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Hacker brasileiro é preso e PF com R$ 7,2 milhões e ouro ele é suspeito de ter criado vírus que infecta celulares

Postado em 26/02/2021 16:43

Cachoeiro de Itapemirim, o município mais populoso do sul capixaba, agentes apreenderam a maior quantia em espécie da história da PF no combate a fraudes bancárias: R$ 7,2 milhões, separados em bolos de notas de R$ 100 e R$ 50. Também encontraram 1 kg de ouro em barras.

PF encontra R$ 7,2 milhões e ouro com hacker suspeito de ter criado vírus que infecta celulares

Sairia algemado dali um programador de 32 anos que só sabemos que se chama Igor, pela abordagem filmada num vídeo da ação policial que vazou na internet.

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“Existe uma suspeita de que tenha sido o primeiro hacker no Brasil a desenvolver um programa malicioso, o malware, para infectar smartphone e dar acesso remoto ao atacante”, diz o delegado Leonardo Rabello, delegado regional de Combate ao Crime Organizado no Espírito Santo. Mirando os dispositivos móveis, uma quadrilha que teria Igor como cabeça é acusada de roubar milhões de reais por meio de fraudes em bancos diversos.

As cédulas encontradas pelos policiais no apartamento do acusado são ninharia perto do que a PF desconfia que o esquema tenha movimentado. Boa parte do dinheiro fisgado de contas teria sido lavada com a compra de criptomoedas, bem mais difíceis de serem rastreadas do que uma transação financeira regular.

Solto após pagar uma fiança de R$ 110 mil, Igor estava sob radar dos federais desde maio de 2015, de acordo com Rabello. Naquele mês, deu uma derrapada, por meio da qual a polícia conseguiu detectar o seu nome em transações virtuais criminosas, na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil.

Na operação que o capturou, segundo a PF, Igor recrutava laranjas para aplicar os golpes. Ele próprio não colocava a mão na massa.

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