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Servidores de Minas que recebem pelo Banco do Brasil já tiveram 1ª parcela depositada

Postado em 13/01/2019 8:29

Os servidores do governo de Minas que têm conta no Banco do Brasil já estão com os valores referentes à primeira parcela do escalonamento do salário nas contas. A previsão era de que só ficasse disponível na segunda-feira, dia 14, data anunciada pela administração estadual, mas devido aos procedimentos bancários o valor já está depositado.

A reportagem consultou diversos servidores que confirmaram o saldo. O Banco do Brasil é instituição financeira “oficial” em que o funcionalismo do estado recebe os salários. Porém, muitos fazem a portabilidade para outros bancos, ou seja, quando o valor é creditado na conta do Banco do Brasil ele é automaticamente transferido para a outra conta informada pelo cliente.  

Nestes casos, o valor ainda não está disponibilizado, o que deve ocorrer na segunda-feira. Na sexta-feira, o governo de Minas anunciou que vai antecipar em uma semana a escala de pagamento para os servidores da saúde e da segurança pública. 

De acordo com comunicado divulgado pelo Secretaria da Fazenda, no dia 14 será pago R$ 3 mil aos funcionários dos dois setores. Para o restante dos servidores o valor pago neste dia será R$ 2 mil.

“Após análise do fluxo de caixa do Estado, a Secretaria da Fazenda informa que será possível antecipar em uma semana a escala e fazer os pagamentos da Segurança Pública e da Saúde da seguinte forma: dia 14 de janeiro será pago o valor de até R$ 3 mil para servidores ativos, inativos e pensionistas das duas áreas”, diz a nota.

No mesmo dia os servidores das outras áreas vão receber até R$ 2 mil e no dia 28 de janeiro será feito o depósito do restante dos salários de todos os servidores.

O parcelamento do salário dos servidores de Minas começou em janeiro de 2016, na gestão de Pimentel, logo após ele decretar estado de calamidade financeira. E desde então, a administração estadual divulga todos os meses como os depósitos serão feitos.

Em alguns meses de 2018 ocorreu o “parcelamento do parcelamento”, ou seja, as parcelas foram fracionadas. Na época, a justificativa foi a dificuldade em caixa agravada pela greve dos caminhoneiros.

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Fonte: Jornal Estado de Minas

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Foto: Reprodução


 

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