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Hemominas apresenta queda de 35% no estoque de sangue

Postado em 24/03/2021 13:52

Hemominas doação de sangue

Os estoques de sangue em todo o Brasil, até agora, não houve desabastecimento, mas, em 2020, por causa da pandemia de covid-19, houve queda no número de doações.  A reposição frequente dos estoques de sangue é necessária para tratar anemias crônicas, cirurgias de urgência, acidentes que causam hemorragias, complicações da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves.

De acordo com o hemominas em Divinópolis, no momento, os estoques de sangue de todos os tipos sanguíneos (positivos e negativos) registram uma queda média de 35% em toda a rede, sendo que os estoques dos tipos O negativo, O positivo e A positivo estão em situação crítica.  

Desde o início da pandemia, as restrições de circulação para conter o avanço da doença têm gerado ansiedade na população, o que impacta nos comparecimentos às nossas unidades. Essa situação reflete diretamente nos estoques de sangue. Mas precisamos lembrar que, a todo instante, pessoas sofrem acidentes, necessitam de cirurgias de urgência, de transplantes etc. Além disso, alguns pacientes – como os portadores de anemias falciformes, hemofilia e outras doenças crônicas – precisam, constantemente, de receber transfusão de sangue e hemocomponentes.

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Atualmente, em virtude da Onda Roxa em Minas Gerais, a orientação é para que todos os candidatos à doação de sangue utilizem o protocolo do agendamento como fonte de comprovação de deslocamento até as unidades.

A  Fundação Hemominas têm seguido rigorosamente uma série de procedimentos de prevenção para que os doadores se sintam seguros ao entrar na instituição e fazer a doação de sangue. Entre os cuidados adotados, está o agendamento do horário para doação; o uso obrigatório de máscaras cobrindo nariz e boca; a utilização do álcool gel / líquido70% para higienização das mãos; e a reorganização das salas de espera e de coleta de sangue das unidades, garantindo um distanciamento mínimo entre os doadores. Os procedimentos são realizados por profissionais capacitados e que seguem todas as normas de proteção e prevenção, a fim de proporcionar segurança para quem doa e sangue de qualidade para o paciente. “Ressaltamos que o candidato que apresente qualquer sintoma respiratório, mesmo que leve, ou febre ou outros sintomas infecciosos, deverá aguardar 30 dias após recuperação para doar”, alerta.

Além disso, os candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos vírus COVID-19, após diagnóstico clínico e/ou laboratorial ficam inaptos por 30 dias após completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindiquem a doação). Já os candidatos que tiveram contato com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico/laboratorial de infecção pelo COVID-19 são considerados inaptos pelo período de 14 dias, após o último contato com essas pessoas.

Caso o doador tenha recebido a vacina contra a Covid-19, é bom ficar atento quanto aos prazos de inaptidão após cada dose. Sugere-se ao candidato à doação de sangue que leve o comprovante de vacinação, para verificar qual a vacina tomada.

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