
Ainda, segundo o secretário Gabriel Vivas, piscinas, áreas de até 30 metros quadrados, áreas com até dois metros de altura, galinheiros, casinhas de cachorros, sótãos, porões, caixa d’água, casa de máquinas e similares não são acrescidos à soma da área construída, portanto, não serão considerados para o cálculo da área acrescida.
O prefeito Gleidson Azevedo, lembrou do compromisso com a transparência e a necessidade de união entre os poderes: “Os vereadores representam a população e devem ter conhecimento do assunto para também informar, com seriedade e verdade, aqueles que lhes procuram com questionamentos. Estou dando prosseguimento não por concordar, mas pelo geoprocessamento ser obrigação legal, e para não descartar um investimento de mais de R$ 5 milhões que a gestão passada realizou. O objetivo dessa medida é corrigir distorções que vem de décadas, cada um deve pagar o IPTU de acordo com o imóvel que possui, isso é fazer justiça social. Não vai ocorrer aumento de IPTU, somente vai haver acréscimo de valor se tiver ocorrido aumento na área do imóvel em mais de 30 m e mais de 15% da área total”, ressaltou.
Estiveram presentes os vereadores e vereadoras: Ana Paula Freitas, Eduardo Azevedo, Flávio Marra, Hilton de Aguiar, Israel Mendonça, José Braz, Lohanna França, Ney Burguer, Rodyson do Zé Milton, Wesley Jarbas. Os vereadores Eduardo Print Júnior e Josafá, enviaram representantes.
Também participaram da reunião, o secretário de Administração, Thiago Nunes; o secretário de Meio Ambiente, Pablonelli Vidal; o assessor especial de Governo, Fernando Henrique; demais servidores municipais e alguns assessores dos parlamentares.















