
Neste caso, a denúncia surgiu por um cidadão, morador de São Gotardo. Através de um protesto do vereador sobre medidas que afetariam o comércio em São Gotardo, o denunciante acusa o parlamentar de suposta ameaça de morte. O vereador teria enviado, por meio de WhatsApp, um vídeo, com imagens mostrando um jovem sendo executado com vários tiros na cabeça. Desde então, a procuradoria da Câmara emitiu um parecer alegando que a denúncia não “atrai a competência do parlamento municipal”. Também alegou que, apesar dos atos cometidos por Diego Espino serem “reprováveis”, não interferem em seu mandato e ao cargo que exerce.
Por sua vez, o vereador negou que tenha ameaçado, constrangido ou intimidado o cidadão. E afirmou que está sendo “injustiçado” e levará o caso à justiça.















