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Audiência Pública debate fila única no SUS em Divinópolis

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A audiência pública realizada na noite desta quarta-feira (18) na Câmara Municipal de Divinópolis trouxe à tona questões cruciais relacionadas à infraestrutura e à gestão de serviços de saúde na cidade. O evento teve início com uma apresentação da prefeitura, que detalhou os desafios enfrentados pelo sistema de informática da cidade. Foi destacado que o sistema atual utilizado pelo poder executivo enfrenta dificuldades para publicar listas de espera, um problema que também afetou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), demandando quatro longos meses para ser resolvido.

Em um gesto de empatia, os vereadores presentes abriram mão de seus momentos de fala para dar voz às preocupações e sugestões da população. Um dos cidadãos que compartilhou suas preocupações foi José Onésimo, morador do bairro Porto Velho. Ele destacou que as filas de espera começam na porta dos postos de saúde e pediu esclarecimentos sobre o funcionamento da fila única, bem como as preferências e prioridades estabelecidas.

A situação da oftalmologia emergiu como uma preocupação crítica, com aproximadamente sete mil pessoas aguardando atendimento. Um servidor público presente na audiência explicou que a cidade já tomou medidas para identificar problemas visuais em crianças nas escolas. Além disso, o estado contratou um novo fornecedor de mão de obra para tratamentos oftalmológicos. No entanto, a falta de publicação da lista de espera e o andamento dela permanecem uma incógnita.

O Consórcio Intermunicipal do Vale do Itapecerica (CISVI) desempenha um papel fundamental no atendimento oftalmológico, oferecendo 260 consultas por mês com seus dois oftalmologistas, volta a questão do tamanho da fila. A gestão dos postos de saúde também foi abordada, com a explicação de que haverá um aumento no número de gerentes na cidade, chegando a 29 até a próxima semana. Isso visa melhorar a supervisão das unidades de saúde maiores, embora tenha sido reconhecido que ainda há desafios a superar na área.

Outra questão destacada foi a escassez de profissionais na área de neurologia, um problema que o poder executivo reconheceu não conseguir resolver sozinho. Mais uma vez, o CISVI foi mencionado como uma fonte de ajuda para atender a essa demanda.

A audiência pública serviu como um fórum importante para que os cidadãos expressassem suas preocupações e para que as autoridades municipais tomassem conhecimento das questões críticas na área da saúde. Espera-se que essas discussões levem a soluções eficazes que melhorem a qualidade de vida e o acesso aos cuidados de saúde na cidade de Divinópolis.

Questões estruturais foram levantadas, desde a falta de uma simples balança na policlínica de Divinópolis. Ou destinação dos pacientes para unidades que não são de melhor acesso à população.

Quem também participou foi a deputada estadual Lohanna França, que pediu planejamento para ter clareza nos atendimentos realizados e dinheiro aplicado.

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