A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em primeiro turno nesta terça-feira (10), o Estatuto da Igualdade Racial. Um dos principais pontos do projeto é a reserva de 30% das vagas em concursos públicos no estado para candidatos que se encaixam em critérios raciais. A proposta gerou intensos debates na casa e entre a sociedade mineira, com opiniões divergentes quanto à justiça e eficácia da medida.
O deputado Estadual Eduardo
Azevedo, com domicílio eleitoral em Divinópolis, se posiciona
contrário as cotas raciais. “De nossa parte, entendemos que a
proposta em verdade cria muitas situações injustas.
Defendemos apenas as cotas sociais como ferramenta de efetiva
justiça de oportunidades. Preciso de sua ajuda para barrarmos em
segundo turno essa proposta”, publicou o deputado.
O debate sobre a implementação de cotas raciais ou sociais em concursos públicos é complexo e envolve diferentes percepções de justiça e equidade. A expectativa agora se volta para a votação em segundo turno na ALMG, que decidirá se o estatuto será definitivamente aprovado.















