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A deputada Alê Silva (PSL), que se envolveu em uma confusão no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, veja o video

Postado em 26/05/2021 20:46

 

A deputada Alê Silva (PSL), que se envolveu em uma confusão no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na região metropolitana, nesta terça-feira (25), negou que tenha cometido qualquer irregularidade ao se recusar a passar pela inspeção de bagagem.

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A Anac afirmou que nenhum passageiro pode seguir para o embarque antes de ter passagem e pertences inspecionados. A Polícia Federal declarou que, com autorização do comandante da aeronave, abordou a deputada dentro do avião para realizar a inspeção.

Deputada filma área de segurança do Aeroporto de Belo Horizonte — Foto: Redes sociais/Reprodução

Assim que a vistoria finalmente foi feita, os funcionários do aeroporto encontraram uma tesoura na bagagem de mão da deputada, item proibido em voos nacionais e internacionais.

“Já estou entrando com representação na Corregedoria da Polícia Federal. Quero que investiguem duas situações, primeiro o fato de ter sido encontrada uma tesoura infantil que não sei origem ou se realmente algum momento de distração colocaram lá. E vazamento das imagens. Jamais uma pessoa instituída no poder de polícia, que diz que estava gravando por cumprimento do dever, jamais poderia ter entregue à imprensa”, disse ela.

Quando pôde voltar ao avião, Alê Silva ameaçou o policial e a funcionária.

Segundo a BH Airport, que administra o terminal, a passageira não concordou com processo de inspeção física da bagagem. Já a assessoria da parlamentar disse que ela foi chamada de ‘miliciana’ e ‘genocida’ por uma atendente e que carregava uma tesoura infantil na mala.

A deputada admitiu que não tem provas das ofensas que disse ter ouvido e que vai pedir na Justiça as imagens das câmeras de segurança do aeroporto.

Alê Silva considera ser vítima de uma perseguição ideológica e também afirmou que ofendeu a funcionária de propósito para testar a reação dos policiais federais.

“Deixa eu usar um termo aqui, que pessoas dessa índole não gostam de ouvir. Única pessoa que poderia reclamar de ofensa é atendente. Não o policial” , disse.

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