A sucessão dentro do bolsonarismo voltou ao centro das discussões nacionais. Segundo a coluna de Orion Teixeira, no Estadão, Jair Bolsonaro decidiu vetar dois nomes que vinham sendo ventilados como possíveis representantes de seu legado político: Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A preferência do ex-presidente, por ora, recai sobre o senador Flávio Bolsonaro, apontado como o principal herdeiro e porta-voz do grupo.
A definição, no entanto, está longe de ser simples. A coluna afirma que o desfecho dessa escolha passa diretamente pela votação da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O tema, que movimenta o Congresso e gera tensão entre governo e oposição, tornou-se peça decisiva para os rumos da direita no país.
Tarcísio, embora não tenha sido o nome escolhido por Bolsonaro, ainda é considerado um ator central na equação. O governador possui influência política suficiente para auxiliar na aprovação da anistia — ponto que, segundo o texto, poderia selar uma composição futura: Tarcísio candidato com Flávio Bolsonaro na vice.
A decisão de não lançar Michelle Bolsonaro, por sua vez, estaria ligada ao desejo de manter o sobrenome Bolsonaro e permitindo que se atue nos bastidores da candidatura escolhida.
















