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Vídeo: Homem que pediu estorno de pizza de R$ 47 se diz vítima de violência policial em Divinópolis

Homem que pediu estorno de pizza de R$ 47 se diz vítima de violência policial em Divinópolis
Foto: Redes sociais/Reprodução

Dois irmãos denunciam que foram vítimas de violência por policiais militares em Divinópolis. O caso aconteceu no dia 27 de junho, mas só repercutiu nas redes sociais nesta semana.

O cliente pediu uma pizza e reclamou que chegou o produto de outro sabor. Em contato com a plataforma de entrega, o valor de R$ 47 foi estornado. Porém, o estabelecimento localizado no bairro São José, diz ter sido vítima de fraude, pois o produto já havia sido consumido, e acionou a PM.

Uma viatura foi a casa do cliente e os policiais deram voz de prisão por estelionato. O Boletim de Ocorrência diz que o homem tentou resistir a prisão, versão esta contestada pelo denunciante. Quando o cliente pediu por uma testemunha, teria sido agredido no hall de entrada do prédio.

“Os PM’s não quiseram entender a situação e o agrediram, na verdade o espancaram, dentro do edifício da sua residência. O algemaram sem justificativa ou risco e o conduziram no camburão da viatura, rumo à pizzaria”, disse a defesa em nota.

Homem que pediu estorno de pizza de R$ 47 se diz vítima de violência policial em Divinópolis
Foto: Redes sociais/Reprodução

A denúncia informa que o cliente foi encaminhado primeiramente para a pizzaria e não para a Delegacia. Dentro do estabelecimento, o homem foi agredido novamente, sendo conduzido até a UPA Padre Roberto, também em Divinópolis.

Entre o cliente e a pizzaria, o problema foi resolvido, não sendo registrada queixa.

Acusação de violência na Delegacia de Divinópolis

Acusação de violência na Delegacia de Divinópolis
Irmãos acusam policiais de agressão. Foto: reprodução/redes sociais

O irmão do cliente e sua esposa, que é advogada, afirmam que foram até a Delegacia e o encontraram ensanguentado. O irmão teria questionado as marcas de agressão aos policiais, que responderam: “Não houve agressão! Você quer ser preso também?”.

E logo em seguida, o irmão recebeu voz de prisão pelo crime de ameaça e de desacato, fato contestado pelos familiares. Os militares então teriam agredido o irmão, que também foi conduzido para a UPA. Policiais civis interviram para terminar com as agressões.Os irmãos permaneceram presos até a madrugada do dia seguinte, quando foram liberados sem fiança.

” Policiais Civis em plantão, interviram em toda fúria, e o retiraram das mãos dos PM’s. Ele foi
conduzido a UPA, onde recebeu atendimento médico e recebeu vários pontos na cabeça e abaixo do
olho esquerdo. As marcas de asfixia, ficaram evidentes em torno do pescoço. Após o atendimento na UPA o conduziram de volta a delegacia e o deixou detido na cela juntamente com seu irmão, até por volta de 02:00 do dia seguinte, onde foram ouvidos pela escrivã de plantão e liberados sem fiança.”, disse a defesa em nota.

A confusão foi gravada por uma testemunha em frente à Delegacia.

O que diz a PM?

Procurada pela redação do Portal MPA, a Polícia Militar ainda não se pronunciou. O espaço segue aberto.

No REDS da Polícia Civil, os policiais militares que atuaram na ocorrência afirmam que o homem resistiu a prisão: ” se desvencilhou da guarnição, com isso, teve os membros superiores torcidos para trás o qual foi levado ao chão, para algemá-lo; QUE em seguida, a guarnição retornou até a PIZZARIA informando a vítima sobre a prisão”.

Já na porta da delegacia, os policiais afirmaram que foram ameaçados pelo irmão do suspeito: “disse o seguinte: “VOCÊS ESTÃO ENROLADOS”, “EU CONHEÇO O CORONEL”, “VOCÊS VÃO PARAR NO NORTE DE MINAS”, “QUEM SENTA EM FORMIGUEIRO SABE O QUE QUER”; …. continuou atrás da guarnição até a entrada da DEPLAN, dizendo as mesmas frases”.

Eles também relataram agressão: “desferiu uma peitada no CB, momento em que foi preso em flagrante delito”.

Ações judiciais

A defesa dos irmãos entrou com uma ação no Ministério Público para investigar a conduta dos policiais, com toda a coleta de provas. Ela alega que a negociação seria apenas entre a plataforma de entrega e o cliente, descumprindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Foto: Redes sociais/Reprodução
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