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Lorena Marcondes: Justiça cancela audiência de instrução

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Foto: Reprodução

Atendendo ao pedido da defesa, a Justiça cancelou a audiência de instrução, que estava marcada para a próxima segunda-feira, 08, no caso que investiga a morte de Íris Martins. Ela morreu após um procedimento na Clínica de Lorena Marcondes, em Divinópolis, em maio de 2023.

A decisão foi do Juiz Ivan Pacheco de Castro, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Divinópolis, publicada na última segunda-feira, 01. Uma das envolvidas no caso, Paloma Kethlen Fonseca dos Santos, solicitou acordo de não persecução penal.

“Considerando a possibilidade de formalização do ANPP com a acusada acima referida e, em tese, também com os acusados Marlon Augusto Pereira e Ariele Cristina de Almeida Cardoso, com repercussões evidentes na logística da instrução (intimações, número de testemunhas, etc.), cancelo a audiência de instrução de julgamento designada para a próxima segunda-feira, dia 08 de julho
de 2024″, afirmou o magistrado na decisão.

Polícia tem 10 dias para esclarecer acusação da defesa de Lorena

Na mesma decisão, o juiz também deu um prazo de 10 dias para que a Polícia Civil esclareça as acusações de quebra de cadeia de custódia, feitas pela Defesa de Lorena Marcondes.

Em 17 de junho, o advogado Tiago Lenoir Moreira, protocolou um pedido de cancelamento da audiência e revogação de todas as medidas cautelares contra a biomédica. Bem como a anulação das provas. A alegação é de que não foi juntada no inquérito policial nenhuma Ficha de Acompanhamento de Vestígios. E também que os laudos periciais confeccionados pelo Instituto de Criminalística, não fazem menção a detalhes de coletas de materiais ou datas posteriores ao dia dos fatos descritos na denúncia.

“Determino que se oficie à autoridade policial, solicitando esclarecimentos ao setor de perícias da Polícia Civil para que esclareça sobre os fatos suscitados pela defesa … Anoto o prazo de 10 (dez) dias para resposta”, disse o juiz.

A Polícia Civil respondeu em nota: “A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que o inquérito policial referente ao caso foi concluído e encaminhado à Justiça. Por essa razão, a PCMG não comenta ações penais em andamento.”

Lorena continua com tornozeleira

Ivan Pacheco também indeferiu o pedido de revogação de todas as medidas cautelares, feito pela defesa da biomédica.

“Mantenho todas aquelas que foram fixadas por este juízo, quais sejam, a proibição de contato com as partes e testemunhas dos presentes autos, assim como também fazer referência às suas
pessoas em redes sociais e aplicativos de mensagens eletrônicas e implantação de monitoração eletrônica , por considerá-las necessárias e imprescindíveis à segurança e tranquilidade das partes e testemunhas”, afirmou o magistrado.

Foto: Reprodução

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