A operação, batizada de “Direto Com o Dono”, também reflete em ordens em Nova Lima, também na Região Metropolitana, e em duas cidades paulistas: Santo André e São Paulo. Segundo a Polícia Civil, Ricardo Nunes foi preso em solo paulistano. Outro suspeito também foi detido em BH, enquanto outro está foragido.
Em Belo Horizonte, uma mansão no Bairro Belvedere, na Região Centro-Sul, foi alvo de mandados. O segurança da residência de luxo foi preso por desobecer ordem policial. Em Contagem, na Região Metropolitana de BH, no Bairro São Mateus, o centro de distribuição da Ricardo Eletro também foi visitado pelas autoridades.
O que diz a Ricardo Eletro
“A Ricardo Eletro informa que Ricardo Nunes e/ou
familiares não fazem parte do seu quadro de acionistas e nem mesmo
da administração da companhia desde 2019, que hoje
tem controle acionário diferente. A Companhia vem
trabalhando para superar as crises financeiras que a assolam desde
2017, sendo inclusive objeto de recuperação
extrajudicial
devidamente homologada perante a Justiça, em
2019.
Vale ainda esclarecer que operação realizada hoje (08/07)
pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), pela Receita
Estadual e pela Polícia Civil, faz parte de processos
anteriores
à gestão atual da Companhia e dizem respeito a supostos
atos praticados por Ricardo Nunes e familiares, não tendo ligação
com a Companhia.
Em relação à dívida com o Estado de MG, a Ricardo Eletro
reconhece parcialmente as dívidas, e, antes da pandemia, estava em
discussão avançada com o Estado para
pagamento dos tributos passados, em consonância com as
leis estaduais.
A Ricardo Eletro se coloca à disposição para colaborar
integralmente com as investigações.
Atenciosamente
Pedro Bianchi”





















