O espetáculo “Moana – Além dos Recifes”, do Projeto Fazendo Arte, será apresentado nos dias 30 e 31 de outubro no Teatro Municipal Usina Gravatá, em Divinópolis. A programação tem três sessões: na sexta-feira (30), às 19h30, e no sábado (31), às 16h30 e às 19h30.
Além disso, a montagem reúne alunos de diferentes modalidades e núcleos do projeto, com música, ballet, jazz, danças urbanas e danças folclóricas. Por isso, o espetáculo mostra ao público o aprendizado desenvolvido nas oficinas e o encontro entre estudantes de várias comunidades. A seguir, veja horários, local, números e apoiadores.
O que você precisa saber sobre o espetáculo em 30 segundos?
- Três sessões: sexta (30/10), às 19h30, e sábado (31/10), às 16h30 e às 19h30.
- Local: Teatro Municipal Usina Gravatá, em Divinópolis.
- O roteiro tem 13 números, com teatro, violão, viola, canto e coreografias.
- A direção artística é de Karoline Maia, e a produção, de Lenir de Castro.
- O apoio é da Gerdau, do Sicoob Centro União e da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
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Quando e onde assistir a Moana – Além dos Recifes?
O espetáculo apresentado no Teatro Municipal Usina Gravatá, localizado na Vereda Doutor Waldemar Rausch, no bairro Santa Clara, em Divinópolis. Ao todo, estão previstas três sessões, distribuídas entre sexta-feira e sábado.
Na sexta-feira (30/10), a apresentação começa às 19h30. Já no sábado (31/10), o público poderá escolher entre duas sessões, às 16h30 e às 19h30. Portanto, quem prefere assistir ao espetáculo durante a tarde terá apenas a opção de sábado, às 16h30.
O que é o espetáculo Moana – Além dos Recifes?
A montagem é inspirada na aventura de Moana e reúne alunos de diferentes modalidades do Projeto Fazendo Arte. Segundo a divulgação, o espetáculo integra música, ballet, jazz, danças urbanas e danças folclóricas. A direção artística é de Karoline Maia, e a produção é de Lenir de Castro, coordenadora do projeto.
O objetivo é valorizar o aprendizado desenvolvido nas oficinas e promover o encontro entre alunos de núcleos diferentes. Além disso, a apresentação permite ao público conhecer o trabalho artístico do projeto, que atua em Divinópolis há mais de 20 anos, com oficinas de teatro, danças, música, desenho, canto e capoeira.
Quais números e núcleos participam do espetáculo?
O roteiro reúne 13 números, com alunos de teatro encenando a história de Moana, além de apresentações de violão e viola, canto e coreografias inspiradas nos personagens e nos cenários da aventura. Entre os números estão “Seu Lugar”, “Oceano”, “Aldeia Motunui”, “Moana” e “Dança dos Bambus”.
Participam alunos da sede e dos núcleos Lauro Epifânio, Evelina Greco, Dr. Sebastião Gomes, Obras Sociais, Hermínia Corgozinho, São Geraldo e CEU. Dessa forma, o espetáculo reúne estudantes de diferentes comunidades de Divinópolis no mesmo palco.
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O que disse Lenir de Castro sobre o espetáculo?
Para a coordenadora do Projeto Fazendo Arte, Lenir de Castro, o espetáculo celebra o desenvolvimento dos alunos e o trabalho coletivo realizado nas oficinas. Ela convidou as famílias e a comunidade para prestigiar a apresentação.
“Cada apresentação é resultado de dedicação, aprendizado e união entre eles. Ver nossos alunos de diferentes comunidades compartilhando o palco é uma alegria e mostra como a arte pode despertar talentos, desenvolver a disciplina, fortalecer a confiança e criar novas perspectivas. Convidamos as famílias e a comunidade para prestigiar esse momento tão especial”, destaca Lenir de Castro.
Quem apoia o espetáculo do Projeto Fazendo Arte?
Além disso, segundo a divulgação, a realização conta com o apoio da Gerdau, do Sicoob Centro União e da Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. A administração municipal também é responsável pelo Teatro Municipal Usina Gravatá, espaço cultural que recebe as apresentações.
O que é o Teatro Municipal Usina Gravatá?
De acordo com a Prefeitura de Divinópolis, o Teatro Municipal Usina Gravatá inaugurado em 29 de junho de 2007, em um edifício histórico construído originalmente em 1932 para abrigar uma usina de álcool. Além disso, o nome do espaço cultural homenageia o engenheiro Antônio Gonçalves Gravatá, responsável técnico pela antiga usina.















