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Comitê Estadual recomentou onda vermelha para a região oeste mesmo sem atingir os parâmetros estabelecidos

Postado em 31/12/2020 17:35

Com a divulgação dos gráficos do grau de risco de cada macrorregião, percebe-se que a macrorregião oeste atingiu 18 pontos e para a onda vermelha, os parâmetros do próprio comitê é 20 ou mais pontos, dessa forma a região deveria estar na onda amarela. 

Na ata da reunião cita que foi avaliada, inicialmente, que a positividade dos testes mantiveram-se no patamar de 32%. Com relação à projeção de casos, identifica-se que os casos confirmados estão seguindo com uma tendência de aumento, assim como no caso da projeção de óbitos. Ainda que com relação aos sete indicadores e seu grau de risco total, as macrorregiões Centro e Oeste se encontram com uma piora do grau de risco total. “Considerando-se uma piora generalizada nos indicadores do estado, que se aproximam da Situação Crítica, e considerando-se as semanas de Natal e Ano Novo, o COES sugere (…) que haja regressão para a Onda Vermelha na Macrorregião Oeste”.

Na distribuição numérica a macrorregião Oeste ficaria na Onda Amarela (fase 2). A CDL Divinópolis promete uma reunião na segunda-feira (4) para entender as decisões tomadas. Provavelmente pedir ao novo prefeito a revogação do decreto que coloca Divinópolis na Onda Vermelha, pois houve a sugestão, e não é impositiva.

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Outra situação é com relação a microrregião oeste, também está com grau de risco 18, e recebeu a indicação de onda amarela. 

A CDL Divinópolis está empenhada em reverter a situação atual, no entanto, a decisão é do município. A entidade estará presente em reunião com a nova administração municipal na próxima segunda-feira (04/01), para entender quais serão as próximas decisões. O comércio e a prestação de serviços têm seguido todos os protocolos e adotado as medidas sanitárias exigidas para prevenção à COVID-19 e não podem ser penalizados pela potencialidade de aglomeração em outros setores, como mencionado no Decreto 14.094 . “O comércio tem seguido todas as medidas e protocolos exigidos e não há evidências de que o setor seja o responsável pelo aumento de casos de COVID-19 em nossa cidade. Não tivemos registro de nenhuma alteração nos decretos anteriores por parte do município ou da vigilância sanitária informando de estabelecimentos que não estejam cumprindo os protocolos. O comércio e prestação de serviços não podem ser utilizados como vitrine de conscientização da população”, afirma Luiz Angelo, presidente da CDL Divinópolis.

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