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É falso que Lula vetou vacina da meningite: imunização é oferecida no SUS ?

Postado em 03/03/2019 13:57

Verdade ou mentira?

No dia 10 de dezembro de 2010, o presidente da República vetou o projeto de lei que incluía mais cinco vacinas no calendário da rede pública de saúde. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e foi notícia em todos os jornais. Mas vamos com calma!

A imagem de um recorte de uma reportagem do Portal G1 de notícias que se espalhou pelas redes sociais mostra apenas um trecho da matéria. Quem acessar a notícia na íntegra no site do G1vai perceber que o Governo se explicou na ocasião o motivo do veto:

“O Brasil é o país que oferece gratuitamente o maior número de vacinas aos grupos populacionais alvo, estando disponíveis, atualmente, quarenta e três imunobiológicos. Tanto é assim, que das cinco vacinas descritas no projeto de lei, três já estão contempladas no calendário de vacinação. A pneumocócica conjugada sete valente já foi, inclusive, superada pela disponibilização de uma dez valente, que confere maior proteção”

Nessa matéria da Revista Crescer, de 2010, podemos confirmar a informação de que a vacina meningite C já estava disponível na rede pública de saúde.

O jornal Gaucha ZH ouviu especialistas na área da saúde, que afirmaram não ser possível dizer que Arthur (o neto do Lula) não estava vacinado porque a imunização não protege completamente, pois a imunização não cobre todas as formas da bactéria.

Ainda assim, a recomendação é que a imunização é a maior e melhor forma de prevenção, sendo distribuída pela rede pública.

No portal do Ministério da Saúde, podemos encontrar vários artigos a respeito da distribuição da vacina contra a meningite tipo C pelo Governo. Há, inclusive, essa matéria de 2018 explicando o motivo do atraso nas entregas da vacina no mês de agosto.

Conclusão

A notícia afirmando que o então presidente Lula teria vetado a vacina que iria salvar a vida de seu neto anos mais tarde é falsa!

Comente! *Os comentários não representam a opinião do portal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
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