
A Referência do Grupo de Trabalho de Doenças de Chagas da macrorregião de Saúde Oeste, Nayara Dornela Quintino, destaca que os trabalhos de vigilância ativa são feitos regularmente em 41 municípios da macrorregião de Saúde Oeste. “Também são realizadas ações de vigilância passiva com orientações e conscientizações da população para ajudar na identificação de barbeiros. Quando encontrados, os insetos não devem ser mortos. Pelo contrário, devem ser guardados adequadamente e enviados para análise”, destaca Nayara.
Ainda, espera-se que de 1 a 2,4% da população tenha doença de Chagas crônica. E pacientes com a doença que não apresentam nenhum sintoma representam 70% dos casos. Estes são os que mais se beneficiam do uso do benzonidazol, medicamento antiparasitário para tratamento da doença de Chagas. E estudos relatam que o tratamento precoce pode evitar a progressão da doença e a redução na mortalidade.















