A Prefeitura de Divinópolis realiza neste sábado (13), das 8h às 12h, a 15ª e última edição de 2026 do Mutirão de Limpeza contra a Dengue. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), por meio da Vigilância em Saúde Ambiental, e tem como objetivo eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Nesta etapa, o mutirão atenderá oito bairros das regiões Nordeste e Sudoeste da cidade. Na região Nordeste, as equipes passarão pelos bairros São Frei Galvão, Grajaú, São Simão e Nova Suíça. Já na região Sudoeste, a ação ocorrerá nos bairros Jardinópolis, São Cristóvão, Jardim das Acácias e Floresta.
Durante o trabalho, serão recolhidos pneus, potes, vasilhas, plásticos, lonas e outros materiais que possam acumular água e favorecer a proliferação do mosquito. A orientação é que os moradores coloquem os objetos que desejam descartar nas calçadas, em frente às residências, antes do início da coleta.
A Prefeitura destaca que a participação da população é fundamental para o sucesso da ação e para a redução dos focos do Aedes aegypti. A eliminação de recipientes que acumulam água continua sendo uma das principais medidas para interromper o ciclo de reprodução do mosquito e prevenir doenças.
Resultados da edição anterior
Na 14ª edição do mutirão, realizada em 30 de maio, as equipes recolheram diversos materiais com potencial para acumular água, como pneus, latas de tinta, móveis inutilizados, garrafas, papelão e objetos plásticos.
Nos bairros Centro Industrial, Jardim Candidés, Floramar e Ipanema, foram recolhidos um caminhão de móveis velhos, duas caminhonetes de materiais recicláveis, duas caminhonetes de resíduos diversos e 12 pneus.
Já nos bairros Paraíso, Jusa Fonseca, Aeroporto, Maria Peçanha, Terra Azul e Costa Azul, foram retirados um caminhão de materiais recicláveis, uma caminhonete de resíduos diversos e 57 pneus.
Segundo a Prefeitura, além de ajudar no combate à dengue e outras arboviroses, a retirada desses materiais evita que objetos descartados irregularmente sirvam de abrigo para animais peçonhentos e outros vetores que representam riscos à saúde da população.
A administração municipal reforça que o combate ao mosquito depende da união entre o poder público e a comunidade, com a manutenção de quintais, lotes e terrenos sempre limpos e livres de recipientes que possam acumular água.















