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Sem subsídio, ‘passaginha’ em Divinópolis será a 7ª mais cara de Minas

Sem subsídio, 'passaginha' em Divinópolis será a 7ª mais cara de Minas
Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação

A partir de 1º de maio, a tarifa dos ônibus coletivos de Divinópolis irá saltar de R$ 3,65 para R$ 5,50 (Cartão Divpass) e R$ 4,15 para R$ 6 (pagamento em dinheiro). O reajuste será aplicado após o fim do subsídio pago pela Prefeitura ao Consórcio Transoeste, responsável pelo serviço.

Um levantamento do Portal MPA revela que a conhecida ‘passaginha’ em Divinópolis será a sétima mais cara de Minas Gerais dentre as 15 maiores cidades do estado. Atualmente, a cidade do Centro-Oeste está na 14ª posição.

A pesquisa considerou o valor do cartão, que é o método de pagamento mais aplicado pelos usuários e usado pelas empresas para pagamento do vale-transporte.

Além de Divinópolis (a partir de maio), apenas Ribeirão das Neves e Sete Lagoas não possuem transporte público subsidiado pelo município.

Veja a lista abaixo:

  • 1. Ribeirão das Neves: R$ 7,50 (sem subsídios)
  • 2. Contagem: R$ 6,75
  • 3. Belo Horizonte: R$ 6,25
  • 4. Betim: R$ 6,25
  • 5. Uberlândia: R$ 5,70
  • 6. Uberaba: R$ 5,50 (cartão)
  • 7. Divinópolis: R$ 5,50 (cartão) (sem subsídios)
  • 8. Sete Lagoas: R$ 5,45 (sem subsídios)
  • 9. Ipatinga: R$ 5 (subirá para R$ 5,50 em maio)
  • 10. Poços de Caldas: R$ 5
  • 11. Montes Claros: R$ 4,60
  • 12. Governador Valadares: R$ 4,35 (cartão)
  • 13. Santa Luzia: R$ 4,25
  • 14. Juiz de Fora: R$ 3,75
  • 15. Patos de Minas: R$ 3

Comparando Divinópolis com capitais

A pesquisa também fez a comparação com outras capitais brasileiras, todas elas também com transporte público subsidiado. Apenas sete delas possuem a tarifa mais elevada que Divinópolis.

  1. Florianópolis – R$ 7,70
  2. Belo Horizonte – R$ 6,25
  3. Manaus – R$ 6,00
  4. Curitiba – R$ 6,00
  5. Salvador – R$ 5,60
  6. Brasília – R$ 5,50
  7. Boa Vista – R$ 5,50
Sem subsídio, 'passaginha' em Divinópolis será a 7ª mais cara de Minas
Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação