Um juiz e seu assessor foram suspensos de suas funções na Comarca de Divinópolis, localizada no Centro-Oeste de Minas Gerais, após denúncias feitas por sete servidoras, estagiárias e ex-estagiárias do Judiciário da cidade. A reportagem do MPA entrou em contato nesta terça-feira (04), com a Presidente da OAB em Divinópolis, a advogada Ellen Lima, que comentou o caso.
De acordo com Ellen Lima, como representante da advocacia divinopolitana, a OAB preza pela aplicação da Justiça, pelos direitos humanos, principalmente, sobre o que ocorre dentro do Judiciário.
“O advogado é indispensável na administração da Justiça. Com relação a esse caso específico, a OAB não recebeu nenhuma denúncia, nenhuma reclamação seja de servidores, seja de estagiários em relação ao caso. Mas, tivemos conhecimento do caso, quando a corregedoria junto com a administração do Fórum, estiveram na sede da OAB, para afastá-lo. O que existe no processo são indícios que demostram atitudes de cunho de assédio moral e alguns de assédio sexual, mas é só o processo administrativo disciplinar que o Juiz está respondendo, que vai determinar ou não a veracidade dos fatos”, explicou.
A presidente da OAB, ainda acrescentou que a partir de agora, o Juiz acusado vai apresentar a defesa e o assessor dele que também está sendo acusado vai apresentar a defesa, e se caso comprovar veracidade dos fatos, eles vão responder conforme os rigores da lei. Acompanhe a entrevista completa:
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