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Prefeitura conclui que não houve erro médico na morte de criança na UPA

Família homenageia criança que faleceu na UPA em Divinópolis
Foto: Redes Sociais/Reprodução

A Prefeitura de Divinópolis concluiu a sindicância instaurada para investigar a morte de Thallya Beatriz da Silva Pinto Satiro, de quatro anos, que morreu na UPA no dia 26 de abril. De acordo com o município, não foi identificado conduta negligente da médica que atendeu a criança.

A investigação, que inicialmente seria concluída no dia 02 de junho, foi prorrogadadevido a necessidade de compatibilizar os trabalhos da sindicância com o cumprimento das agendas de atendimento dos profissionais médicos.

Veja a nota completa:

“Após análise do histórico dos atendimentos dispensados à paciente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Roberto Cordeiro Martins, foi identificado que os profissionais médicos que atenderam a menor se valeram de todos os meios disponíveis naquela unidade para elucidação dos sintomas relatados. 

No atendimento realizado no dia 24 de abril, foram solicitados exames de sangue, urina e RX, sem que os mesmos tenham sugerido a existência de patologias que demandassem o aprofundamento investigativo nas dependências da UPA Padre Roberto Cordeiro Martins. 

Merece destaque o fato de o registro de atendimento realizado na referida data demonstrar uma anamnese diligente e um exame físico bem criterioso. Ademais, a médica assistente orientou retorno em caso de intercorrências e encaminha a criança à Estratégia Saúde da Família para acompanhamento médico assistencial e para extensão de propedêutica.

No atendimento do dia 26 de abril, em virtude de a paciente já ter entrado em parada cardiorrespiratória alguns minutos após sua chegada à Unidade, o que exigiu que toda equipe médica se desdobrasse nas manobras de ressuscitação, não foi possível realizar exames físicos e laboratoriais. No entanto, foram realizados exames post mortem. 

Após a constatação do óbito, foi solicitada pela médica assistente a realização de necropsia para elucidação das razões que concorreram para tal evolução. No entanto, a devolutiva da Polícia Civil foi no sentido de que tal expediente é realizado apenas em casos de morte violenta. 

Diante do exposto e, ainda que a Comissão não tenha identificado conduta negligente da médica assistente, recomendou-se, como aceno de boa-fé, o encaminhamento da ocorrência ao Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais para conhecimento e análise do resultado da Sindicância. A recomendação da Comissão foi acatada pela Secretária Municipal de Saúde que promoverá o acionamento do conselho em questão.

Oportunamente, a Semusa reforça o compromisso com a transparência nos processos e manifesta o desejo de que a elucidação técnica e imparcial do ocorrido tranquilize não só as partes envolvidas, mas também toda a população de Divinópolis”.

Família homenageia criança que faleceu na UPA em Divinópolis
Foto: Redes Sociais/Reprodução
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