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Filha de Solange Margotti, que morreu após queda em escadaria de igreja, cobra corrimão e faz alerta em Divinópolis

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A morte de Solange Margotti, de 70 anos, continua gerando comoção e levantando discussões importantes sobre segurança e acessibilidade em espaços públicos de grande circulação. Em entrevista ao Portal MPA, a filha da vítima, Flaviane Margotti, fez um desabafo emocionado e um alerta direto: a escadaria onde ocorreu o acidente precisa de corrimão.

Segundo Flaviane, amigas de Solange que estavam com ela no momento da queda relataram que a idosa se desequilibrou ao deixar a missa e não teve onde se apoiar. “Se tivesse um corrimão, talvez minha mãe tivesse conseguido se segurar”, afirmou.

O caso aconteceu no último domingo (26), na escadaria do Santuário, no acesso voltado para a avenida 21 de Abril, em Divinópolis (MG). Solange deixava a igreja após participar de uma celebração quando caiu, bateu a cabeça e foi socorrida. Ela foi encaminhada ao Hospital São Judas Tadeu, onde deu entrada com traumatismo craniano e chegou a ser levada ao Centro de Terapia Intensiva (CTI), mas não resistiu aos ferimentos. O velório ocorreu na segunda-feira (27), no Salão dos Ferroviários, e o sepultamento foi realizado no Cemitério Parque da Serra.

Frequentadora assídua da igreja, Solange era muito conhecida e querida pela comunidade. Sua morte reacende o debate sobre a necessidade de melhorias estruturais em locais com grande fluxo de pessoas, especialmente idosos. Para Flaviane, a dor da perda precisa servir de alerta. “Não quero que outras famílias passem por isso. É uma mudança simples, mas que pode salvar vidas”, destacou.

O episódio reforça a importância de medidas preventivas e de acessibilidade, como a instalação de corrimãos, para garantir mais segurança a todos. OUÇA ENTREVISTA: