E maio deste ano, a Prefeitura de Patos de Minas formalizou um termo aditivo ao contrato com a Copasa. Com esse acordo, a empresa continuará responsável pelos serviços de água e esgoto no município até o término do contrato, previsto para 2038. Esta foi a decisão da cidade para encerrar uma briga judicial semelhante a que Divinópolis trava com a companhia de saneamento há quase quatro anos.
Em março, a Copasa apresentou uma proposta para melhorar a prestação dos serviços e as condições contratuais. Em resposta, a Prefeitura fez uma contraproposta com novas exigências, incluindo alterações no contrato, redução nas tarifas e a gestão de outras responsabilidades relacionadas à captação e distribuição de água, além de soluções para o tratamento de esgoto.
A Copasa então apresentou uma nova proposta, oferecendo uma redução de 15% nas tarifas e um aporte de R$ 40 milhões, que seriam destinados à Prefeitura para a execução de obras públicas. A empresa também solicitou a manutenção do contrato até 2038, sem mudanças.
O prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (Novo), havia iniciado o processo para encampar o contrato da Copasa com o município. O plano incluía uma série de etapas, incluindo a aprovação de um projeto de lei pela Câmara Municipal e a realização de um processo licitatório.
No entanto, após a Copasa apresentar uma proposta para resolver os principais problemas e reduzir as tarifas para os cidadãos, Falcão optou por reabrir o diálogo. Assim, o prefeito optou pelo bom senso, e no Gabinete da Prefeitura, assinou o termo aditivo ao contrato com a Copasa. O prefeito conseguiu de uma só vez, reduzir a conta de água, indenização de R$ 40 milhões e o compromisso de melhorias na rede de água e esgoto.















