A mais recente obra do frade franciscano Frei Jacir de Freitas Faria, intitulada “Bíblia Apócrifa”, vem se consolidando como um fenômeno editorial no país. Com linguagem acessível e conteúdo profundo, o livro resgata e apresenta ao público os mais importantes textos apócrifos do Segundo Testamento — escritos que, apesar de não integrarem o cânone oficial das Escrituras, foram fundamentais para a formação dos pensamentos judaicos e cristãos nas suas origens.
A proposta ousada de reunir e comentar os chamados “evangelhos perdidos” ou “textos esquecidos” das tradições religiosas tem despertado o interesse de leitores, estudiosos e fiéis em todo o Brasil. A obra oferece traduções inéditas e comentários teológicos e históricos que permitem uma compreensão mais ampla e crítica sobre os rumos tomados pelas religiões cristãs ao longo dos séculos.
“Pode parecer pretensioso ou ousado intitular uma obra de Bíblia Apócrifa. Na verdade, o que propomos é oferecer a você, caro leitor(a), a possibilidade de ter contato com os textos que remontam às origens dos judaísmos e dos cristianismos perdidos”, explica Frei Jacir.
A Bíblia Apócrifa já figura entre os livros religiosos mais vendidos no Brasil e impulsiona uma intensa agenda de lançamentos presenciais com a participação do autor. Frei Jacir tem percorrido o país promovendo debates, encontros ecumênicos e sessões de autógrafos. A próxima parada será em Diamantina (MG), nesta sexta-feira, 30 de maio, onde o frade encontrará leitores, religiosos e estudiosos em um evento que promete lotar o espaço reservado.
A turnê de lançamentos segue por diversas cidades brasileiras:
- Nova Serrana (MG) – 26 de junho
- São Gonçalo (RJ) – 1º de julho
- Ipatinga (MG) – 18 de julho
- Belém (PA) – 13 e 16 de agosto
- Olinda (PE) – 20 de agosto
- Recife (PE) – 21 de agosto
Cada evento representa não apenas uma oportunidade de adquirir a obra com dedicatória, mas também um momento de reflexão e resgate histórico-religioso. A Bíblia Apócrifa não se propõe a substituir as Escrituras canônicas, mas a ampliar os horizontes da fé e da crítica, revelando a riqueza de tradições e interpretações que marcaram os primeiros séculos da era cristã.












