Uma queimada perto do Hospital Regional de Divinópolis mobilizou a preocupação da comunidade no bairro Chanadour, na região adjacente aos bairros Realengo e Alterosa. Moradores locais registraram o avanço de chamas altas e a rápida propagação de uma densa cortina de fumaça em um lote vago nas imediações do complexo de saúde. Imagens enviadas por leitores mostram a fuligem encobrindo o cenário ao redor do prédio, gerando apreensão quanto aos impactos na saúde dos pacientes internados e dos profissionais que trabalham no local.
Quais são os riscos relatados pela comunidade no bairro Chanadour?
- Recorrência Anual: Vizinhos relatam que incêndios na mesma área de vegetação ocorrem com frequência durante o período de seca.
- Ameaça à Saúde: Com a unidade hospitalar em pleno funcionamento, o ar poluído pela fuligem afeta pessoas em tratamento respiratório e convalescentes.
- Insegurança Local: O fogo alto aproxima-se das redes elétricas e de residências do entorno.
- Baixa Umidade: O clima seco característico da temporada acelera o alastramento do foco inicial do incêndio.
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O que diz a legislação sobre incêndio em lote vago?
A prática de atear fogo em vegetação urbana ou terrenos não edificado é enquadrada como infração ambiental grave pelas leis municipais e federais. Em Divinópolis, o proprietário do imóvel pode ser autuado e multado quando o Corpo de Bombeiros é acionado para conter o fogo. Para efetuar denúncias e solicitar vistorias ambientais no município, acesse a página oficial da Prefeitura Municipal de Divinópolis. Além disso, a queima de lixo e mato prejudica o meio ambiente e sobrecarrega as equipes de socorro em toda a região.
Como proceder em casos de flagrante de queimadas?
Por fim, diante do aumento exponencial de atendimentos nos meses de estiagem, as autoridades operacionais reforçam a necessidade de colaboração dos munícipes. Sobretudo, a prevenção preventiva por parte de proprietários e vizinhos evita danos ao patrimônio e preserva a qualidade do ar nas imediações do centro hospitalar. Portanto confira os canais oficiais para acionamento:
- Corpo de Bombeiros (193): Atendimento emergencial para combate direto aos focos de incêndio.
- Defesa Civil (199): Monitoramento de áreas de risco e alertas climáticos na cidade.
- Fiscalização Ambiental: Apuração de responsabilidades e aplicação de sanções previstas no código de posturas.











