Entidades ligadas aos servidores da educação e da segurança pública de Minas Gerais analisam a possibilidade de recorrer da decisão liminar do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na quinta-feira (21/4), Barroso concedeu liminar ao governo de Minas e suspendeu a eficácia de dois dispositivos da lei promulgada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que concedeu reajuste para os servidores estaduais com valores acima da proposta original do Poder Executivo.
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) destacaram o caráter liminar da decisão e afirmaram que vão continuar lutando para garantir os direitos dos profissionais destas áreas.
Cinquenta e cinco deputados votaram, pela derrubada do veto parcial do governador Romeu Zema (Novo) aos índices diferenciados de recomposição aos servidores da Educação, da Saúde e da Segurança Pública. Apenas três parlamentares votaram para manter o texto da forma como foi sancionado pelo governador, ou seja, garantindo apenas os 10,06% de reajuste para todos os servidores do estado.
Cleitinho Azevedo votou pela derrubada do veto. O deputado Cleitinho Azevedo (Cidadania) também se manifestou várias vezes favoravelmente aos reajustes para os servidores públicos. Cleitinho fez a defesa várias vezes que é a favor do reajuste diferenciado para a categoria da Educação, da Saúde e da Segurança Pública. O deputado faz essa defesa do reajuste maior para os servidores do Estado, porém, no município de Divinópolis, o reajuste deste ano foi concedido de forma parcelada, mesmo sem aprovação dos servidores e do sindicato da categoria. Vale ressaltar que o reajuste de 2021 esta na Justiça, ou seja, o parlamentar defende o Estado, mas em Divinópolis o reajuste está nessa situação de correção.
Confira como votou cada deputado e deputada:
Pela
derrubada (Não):
Alencar
da Silveira Jr. (PDT)
Ana
Paula Siqueira (REDE)
André
Quintão (PT)
Andréia
de Jesus (PT)
Arnaldo
Silva (UNIÃO)
Beatriz
Cerqueira (PT)
Bernardo
Mucida (PSB)
Betão
(PT)
Betinho
Pinto Coelho (PV)
Bruno
Engler (PL)
Carlos
Henrique (REPUBLICANOS)
Cássio
Soares (PSD)
Celinho
Sintrocel (PCdoB)
Charles
Santos (REPUBLICANOS)
Cleitinho
Azevedo (CIDADANIA)
Coronel
Sandro (PL)
Cristiano
Silveira (PT)
Dalmo
Ribeiro Silva (PSDB)
Delegada
Sheila (PL)
Delegado
Heli Grilo (UNIÃO)
Doorgal
Andrada (PATRI)
Douglas
Melo (PSD)
Doutor
Jean Freire (PT)
Doutor
Paulo (PATRI)
Doutor
Wilson Batista (PSD)
Duarte
Bechir (PSD)
Elismar
Prado (PROS)
Fábio
Avelar de Oliveira (AVANTE)
Fernando
Pacheco (PV)
Gil
Pereira (PSD)
Glaycon
Franco (PV)
Hely
Tarqüínio (PV)
Inácio
Franco (PV)
Ione
Pinheiro (UNIÃO)
João
Leite (PSDB)
João
Vítor Xavier (CIDADANIA)
Leandro
Genaro (PSD)
Leninha
(PT)
Leonídio
Bouças (PSDB)
Mário
Henrique Caixa (PV)
Marquinho
Lemos (PT)
Mauro
Tramonte (REPUBLICANOS)
Neilando
Pimenta (PSB)
Osvaldo
Lopes (PSD)
Professor
Cleiton (PV)
Professor
Wendel Mesquita (SOLIDARIEDADE)
Rafael
Martins (PSD)
Rosângela
Reis (PODE)
Sargento
Rodrigues (PL)
Sávio
Souza Cruz (MDB)
Tadeu
Martins Leite (MDB)
Thiago
Cota (PDT)
Tito
Torres (PSD)
Ulysses
Gomes (PT)
Virgílio
Guimarães (PT)
Para
manter o veto (SIM):
Bartô
(PL)
Guilherme
da Cunha (NOVO)
Laura
Serrano (NOVO)
Não
votaram:
Antonio
Carlos Arantes (PL)
Arlen
Santiago (AVANTE)
Bosco
(CIDADANIA)
Braulio
Braz (PTB)
Carlos
Pimenta (PDT)
Celise
Laviola (MDB)
Coronel
Henrique (PL)
Gustavo
Mitre (PSB)
Gustavo
Santana (PL)
Gustavo
Valadares (PSDB)
João
Magalhães (MDB)
Léo
Portela (PL)
Noraldino
Júnior (PSC)
Professor
Irineu (PATRI)
Raul
Belém (CIDADANIA)
Roberto
Andrade (PATRI)
Zé
Guilherme (PP)
Zé
Reis (PODE)
* O presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PSD), regimentalmente não vota















