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Quem será o candidato da direita 2026: Zema, Tarcísio ou Caiado?

Marco Antônio Costa (PL) disse que a escolha do candidato da direita 2026 ainda é prematura. Ao mesmo tempo, ele pediu unidade e cobrou manifestações mais firmes de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União), que hoje concentram as apostas do campo conservador.

Com Jair Bolsonaro (PL) declarado inelegível por oito anos pelo TSE desde 30 Junho de 2023, a direita busca um novo polo de atração. Nesse cenário, Zema (Novo) lançou oficialmente sua pré-candidatura em 16 de agosto desse ano, enquanto Tarcísio (Republicanos) avança com cautela e Caiado (União) declara publicamente que estará na corrida para ser o candidato da direita 2026; assim, o consenso tende a ficar para mais perto das convenções.

O que o Superman da Direita disse no Pauta Quente

Marco Antônio Costa em entrevista ao Podcast Pauta Quente
Marco Antônio Costa em entrevista ao Podcast Pauta Quente. Imagem: Pauta Quente
  • Acho prematuro [escolher um nome]. Quero dar todas as oportunidades para quem está se omitindo sair da caverna… acredito que o Tarcísio e o Jorginho Mello vão se manifestar de maneira contundente.”
  • Sobre Zema: “é mais contundente… ainda precisa de mais punch.”
  • Ao citar Ronaldo Caiado, o entrevistado usa termo pejorativo; por isso, o Portal MPA registra a menção sem reproduzir o xingamento.

O tabuleiro após a inelegibilidade

Primeiro, o TSE declarou Bolsonaro inelegível por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação no episódio com embaixadores (18.jul.2022). Por conseguinte, a disputa por herdar seu capital político ficou aberta.

Esse ano, Zema (Novo) lançou a pré-candidatura e adotou discurso mais duro contra a oposição: disse que quer ‘varrer o PT do mapa’.”

Enquanto isso, Tarcísio de Freitas (Republicanos) mantém movimentos estratégicos; ainda assim, analistas ponderam que o “terreno não está firme” para uma candidatura agora e discutem efeitos de uma eventual filiação ao PL.

Por fim, Ronaldo Caiado (União) tem dado entrevistas nas quais reafirma a disposição de concorrer à Presidência em 2026. Desse modo, ele tenta ocupar um espaço de centro-direita com lastro de gestão.

Atritos e custo de coordenação

Além disso, divergências públicas ampliam o custo de coordenação: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) rebateu Zema (Novo) após críticas sobre articulações nos EUA; por outro lado, veículos registraram que os ataques expõem fissuras no campo conservador. Consequentemente, a pressão por unidade cresce conforme 2026 se aproxima.

Marco Antônio Costa, ex-comentarista político da Jovem Pan
Marco Antônio Costa, ex-comentarista político da Jovem Pan. Imagem: Reprodução

Quem é o porta-voz do alerta

Marco Antônio Costa é comentarista político com passagem Jovem Pan e, em 2025, lançou pré-candidatura ao Senado por Minas (PL). Desde então, ampliou agendas no estado e virou personagem do xadrez mineiro do PL, ainda em definição. Assim, sua fala sobre 2026 ecoa dentro de um partido que também disputa palanques.

Veja o corte na íntegra: