Mancini quer Atlético mais “agressivo” no ataque

Postado em 04/11/2019 11:57

O Fortaleza ficou para trás. O empate por 2 a 2 foi importante para o Atlético somar mais um ponto fora de casa, mas o foco agora é o Goiás, às 20h00 da próxima quarta-feira, no Mineirão. Jogando em casa, é hora do Galo se impor e voltar a somar três pontos, que seriam importantíssimos na luta para afastar qualquer risco de rebaixamento. É esse o planejamento do treinador Vagner Mancini, e para isso ele conta com o apoio da torcida, mesmo no momento complicado. Para o jogo no Gigante da Pampulha,  a diretoria alvinegra colocou ingresso a venda com preços promocionais.

“Essa camisa tem que ser vestida com essas coisas. Pra que você tenha a essência do clube, o DNA do clube. A partir do momento em que o torcedor do Atlético joga contra a gente, ele nos distancia disso. Em todas as minhas entrevistas tenho pedido ao torcedor do Galo que vá, que incentive. Se ao término do jogo ele não gostar, tem o direito de vaiar, de criticar. Mas ele é muito importante pra gente. Jogando dessa forma, com o DNA do Atlético, a gente precisa do torcedor, porque ele acaba completando as dificuldades que, por ventura, a gente encontra em campo” – completou o treinador.

O torcedor faz sua parte na arquibancada, mas o time, claro, precisa fazer sua parte em campo. Com Vagner Mancini, o Atlético teve alguns bons momentos especialmente no jogo contra o Santos, mas também teve atuações apagadas e derrotas duras. O treinador, recém-chegado, conta o que ele planeja para a reta final da temporada. E como ele espera que o time jogue nos oito jogos que faltam.

Qual o time que vai encarar o Goiás? Léo Silva e Otero voltam ao time? Isso ainda não está definido.

“Não sei ainda, vai ser definido ao longo desses dias. São atletas importantes em campo e no contexto do Atlético, mas vamos pensar com calma” – concluiu o treinador.

“Muito importante o apoio do torcedor. Essa é a cara do Atlético. Eu estou há 20 dias no clube, mas sei qual é a cara do Atlético. É um time de superação, um time que sofre, que as conquistas são sofridas, basta lembrar da Libertadores e da defesa com o pé do Victor. A história do Atlético é essa. Tem que pegar isso e vestir essa camisa”. 

 

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