Depois da quarta derrota seguida, Atlético terá mudanças contra o Inernacional

Postado em 09/09/2019 11:14

Quatro jogos seguidos no Brasileirão, todos com derrota. A queda do Atlético na tabela preocupa. Tanto é que após o revés deste domingo no Engenhão, 2 a 1 para o Botafogo, o técnico Rodrigo Santana admitiu que pode mudar o time para o próximo confronto – domingo que vem, às 11h00, no Independência, contra o Internacional.

 “Vamos ver esse vídeo (jogo deste domingo) friamente pra ver se vamos fazer algumas mexidas ou não. A gente vai trabalhar durante a semana e, se tiver que fazer, a gente vai fazer alteração, buscar o nosso melhor. Porque no domingo não vai ser fácil, jogar pela manhã durante adversário muito duro”.

Uma mudança é certa. Ele não poderá contar com Igor Rabello, expulso ainda no primeiro tempo do jogo deste domingo. Jair, que deixou o jogo machucado, também não deve atuar contra o Inter. O treinador atleticano destacou a necessidade de trabalhar com o grupo dentro e fora de campo, para que os jogadores não percam a confiança – e que isso possa impactar diretamente no compromisso diante do Colón, pela Sul-Americana, no dia 19 deste mês.

“A gente não está conseguindo vencer, o que não pode deixar acontecer é faltar confiança. Temos que produzir mais, reverter belas apresentações em gols, em vitórias. Temos jogo importante na Argentina, mas, antes disso, temos Internacional. Se tiver que fazer alterações, vamos fazer”.

A respeito do jogo diante do Botafogo, Rodrigo Santana lamentou que o Galo não conseguiu reagir no Brasileiro. Destacou que o time sentiu muito a saída do Jair, que deixou o campo machucado aos 33 minutos do primeiro tempo, e, também após a expulsão do zagueiro Igor Rabello, nove minutos depois.

Santana destacou, também as oportunidades criadas e desperdiçadas pelo time no Engenhão.

“O lance do Chará… seria importante que bola entrasse. Equipe vinha criando muitas chances. Foi quando optamos por tirar um jogar de lado e colocasse mais uma referência. A gente optou por espera pressão maior do Botafogo. Mas quando eles colocaram mais um volante e colocaram Marcinho pra trás, nossa ideia era colocar mais uma referência. Mas eles acabaram fazendo um gol. Era tarde demais”

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