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Cruzeiro tenta para dívida pagar para poder inscrever jogadores.

Postado em 09/02/2021 10:29

Desde a chegada de Felipe Conceição, o Cruzeiro está ativo no mercado em busca de contratações para 2021. Alguns nomes estão engatilhados e devem, inclusive, estar à disposição na reapresentação do elenco, segunda-feira. Mas a estreia ainda dependerá do clube poder registrá-los na CBF. O primeiro jogo da temporada será dia 28 deste mês, contra o Uberlândia, pelo Campeonato Mineiro.

A menos de 20 dias do duelo, o Cruzeiro ainda busca levantar recursos para quitar a dívida com o PSTC, do Paraná referente ao mecanismo de solidariedade pela venda do zagueiro Bruno Viana ao Braga, em 2016. Os paranaenses acionaram o clube mineiro na Câmara Nacional de Resolução e Disputas (CNRD) da CBF, que proibiu o Cruzeiro de registrar atletas da base e do profissional até que a situação seja resolvida.

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A punição foi imposta em novembro do ano passado. Coincidiu com a época em que o clube voltou a atrasar o pagamento de salários. Situação que ainda perdura e que é tratada como prioridade internamente, até para evitar que atletas busquem a Justiça como forma de conseguirem a rescisão.

O dinheiro que deve chegar primeiro aos cofres do Cruzeiro é referente à venda de Jadsom Silva ao Bragantino. O pagamento do clube paulista por 40% dos direitos vai ser à vista e em torno de R$ 5,4 milhões. O clube ainda busca, também, a venda de Orejuela. As negociações com o Grêmio foram retomadas, e a expectativa é de conseguir cerca de R$ 20 milhões pelo lateral colombiano.

Alan Ruschel, da Chapecoense, e Marcinho, ex-Sampaio Corrêa têm acertos encaminhados para defender o Cruzeiro, com assinatura prevista para os próximos dias. Felipe Augusto, atacante que trabalhou com Felipe Conceição no América-MG, também está apalavrado com a diretoria cruzeirense. Filipe Machado, que esteve no elenco em 2020 e voltou ao Grêmio, segue nos planos da Raposa. Por ter sido novamente vinculado ao clube gaúcho, também depende do fim da punição na CNRD para ser registrado em Minas.

A impossibilidade de registrar reforços já atormentou o Cruzeiro em 2020. À época, por conta de uma dívida de R$ 9,3 milhões com o FC Zorya pela compra do atacante Willian (hoje no Palmeiras) fez com que Giovanni Piccolomo, Iván Ângulo e Matheus Índio treinassem por mais de um mês na Toca da Raposa sem serem aproveitados. Com a chegada de Felipão e o pagamento do débito, Giovanni foi inscrito na Série B, mas os outros dois deixaram o clube.

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