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Cruzeiro precisa se recuperar justamente no Clássico

Postado em 28/08/2020 12:35

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Com cinco pontos deixados pelo caminho nas duas últimas rodadas, o Cruzeiro não tem outra alternativa. Precisa vencer o América, no Mineirão, neste sábado, para evitar que os concorrentes ao acesso se distanciem na tabela. A Raposa tem quatro pontos, enquanto o Operário, 4º, tem nove. O clássico marcado para 19h será o primeiro de Enderson Moreira no banco celeste.

O treinador cruzeirense já tem experiência em duelos contra os rivais mineiros, mas do outro lado. Entre 2016 e junho de 2018, ele comandou o América e, apesar de fazer boas campanhas no Mineiro e na Série B, teve os adversários de BH como pedras no sapato.

Em pouco mais de dois anos, ele disputou 11 clássicos em Belo Horizonte, entre duelos com Cruzeiro e Atlético. Não venceu nenhum. Teve algumas boas atuações, mas o máximo que conseguiu foi um empate: 1 a 1 com a Raposa, na ida da semifinal do Mineiro de 2017. Saiu derrotado dos outros dez jogos.

Importante lembrar, no entanto, que ele tinha nas mãos uma equipe cujo investimento era muito menor que os rivais. Em 2016, por exemplo, assumiu o Coelho afundado no Z-4 da Série A, praticamente sem perspectivas de permanência. Perdeu para Cruzeiro e Atlético no segundo turno.

Em 2017, enquanto os adversários locais estavam na Série A, Enderson iniciava um projeto de devolver o América à elite. No Mineiro, foi facilmente derrotado pelo Atlético, mas fez três bons confrontos com o Cruzeiro, sendo eliminado na semifinal. O rival celeste terminou aquele ano como campeão da Copa do Brasil.

Em 2018, novamente “engrossou o caldo” para o Cruzeiro na primeira fase e parou na semifinal, mas diante do Atlético. O América fez bons jogos, apesar das duas derrotas, e saiu de campo furioso com a arbitragem no duelo de ida. Naquele ano, o Atlético se classificou para a Libertadores, e a Raposa, mais uma vez, foi campeã da Copa do Brasil.

Desta vez, Enderson está do lado que tem maior poderio, mas que vive um momento complicado. Apesar de ter investido mais do que o América, precisou diminuir drasticamente a folha salarial (mas ainda assim é superior à do rival). Do outro lado, um trabalho um um pouco mais longevo, com Lisca, e um elenco que se conhece mais do que o atual da Raposa, que tem se modificado bastante.

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