Atlético Mineiro estreia no sufoco contra o Avaí e se vê com estréia com Vitória no Brasileirão de 2019

Postado em 27/04/2019 20:53

 

Resumo Primeiro Tempo: O Atlético entrou em campo com fome de jogo, ao contrário do futebol que o time mineiro apresentou diante da Libertadores e também da final do Campeonato Mineiro, o time alvinegro mostrou-se apto para abrir sua temporada no Brasileirão e com fome de Gol, logo nos primeiros dez minutos o Galo abriu grandes oportunidades de Gol, tanto com Ricardo Oliveira em uma bola cruzada para a grande área em cobrança de escanteio como também com Chará que arrancou urros da torcida, mostrando um Atlético Mineiro extremamente ”raçudo” para a competição, diferente do tipo de jogo que o Avaí estava disposto a mostrar jogo, uma vez só recuado e defendendo-se como poderia das ofensividades do time de Belo Horizonte, os flancos direito e também esquerdos do time do Avaí abriam-se de imediato diante das estratégias do Atlético, portanto o Galo era o Senhor do Jogo até então, dominando com total maestria todo o desenrolar da partida.

Embora o Avaí estivesse em um status inferior ao do Atlético Mineiro, o time visitante abriu os olhos do Atlético com contra-ataques bem encaixados que pudessem aplicar uma porção de perigo às redes alvinegras, porém sem quaisquer tipos de efetividades o Galo conseguiu livrar-se bem de tais jogadas, armando seus contra-ataques e voltando a fazer com que a vibração adentro da torcida ecoasse por todo o estádio, uma vez que o gol do Atlético parecia ser apenas uma questão de tempo para ser operado, portanto, por mais que houvesse uma resistência proporcional do Avaí, o Atlético consegui operar o sistema defensivo do Avaí, principalmente pelo lado direito, onde viu suas melhores oportunidades de passes e cruzamentos rentes ao gol do adversário. E o que parecia inacreditável veio aos 26 minutos de jogo, Elias frente a frente com o Gol de Vladimir perdeu a chance clara de ampliar o marcador, errando o gol por questão de centímetros, o que deixava o jogo ainda mais quente, o Galo ”encaixotado” pela marcação do Avaí não conseguia mais esquematizar uma estratégia de campo. Portanto poderíamos ver claro que o Primeiro Tempo começará um tanto que tenso, quente diante o caldeirão do Independência que mantinha o ritmo ofensivo a todo o momento à favor do Galo, porém o Avaí com grande dificuldade conseguia respirar, evitando a pressão atleticana.

O Galo não conseguia manter uma postura extremamente efetiva no campo, tudo se tornava difícil para o Clube Atlético Mineiro, nada concretizava-se em sucesso, deixando a frustração do torcedor ainda mais contínua, o clima de protesto e tensão ainda ecoavam diante do estádio, Elias novamente aos 33 minutos conseguiu expressar outro ataque importantíssimo para o Atlético Mineiro, porém não conseguiu levantar a bola no rumo do Gol, errando uma boa oportunidade, até seus 35 minutos de jogo o Galo por mais que dominasse o jogo não conseguiu sair do 0 x 0.
Elias não fora o único jogador do time alvinegro a desperdiçar boas oportunidades; Ricardo Oliveira. O ponto de maior referência adentro da área do oponente não conseguia aproveitar as jogadas orquestradas por Luan que parecia estar jogando por todo o time, criando boas jogadas, correndo com total tenacidade e conseguindo projetar um bom jogo, porém seus companheiros não souberam aproveitar as oportunidades criadas através de Luan que era o principal percursor da estética de jogo do galo, até os 44 minutos do Primeiro Tempo, que o jogador do Avaí trombou contra Ricardo Oliveira adentro da grande área do Avaí, levando a jogada para uma esquematização de pênalti à favor do Clube Atlético Mineiro. A chance de redenção com a torcida seria agora? No último minuto do Primeiro Tempo? O time do Galo desesperou-se diante dessa cobrança. Fábio Santos então preparava-se para bater a penalidade.

Fábio Santos de pênalti enfim colocava o Galo na frente, abrindo o marcador com 1 x 0 e assim marcando o ponto de ”redenção” para o time atleticano? O goleiro em um salto para a direita, Fábio Santos. Marcando então o fim do Primeiro Tempo.

Resumo do Segundo Tempo: O Segundo Tempo começou um tanto ”pausado” por conta de uma pequena alteração com o goleiro Victor que se pareceu sentir algum problema em uma chegada um pouco mais forte contra um jogador do Avaí, que tornou claro no cenário; que resistiria contra o Atlético e correria atrás do prejuízo sofrido na arena Independência, assim sendo marcando um Segundo Tempo de extrema pressão em seu início. 

Brilha a Estrela do VAR? O Avaí consegue recuperar-se do prejuízo: Após minutos de paralisação do jogo, a jogada do Avaí fora analisada em meio ao jogo, a consulta do VAR fora de extrema efetividade, assim sendo a dúvida fora sanada mostrando o dedo do VAR na partida e deixando o marcador em empate pleno; 1 x 1. 

A comemoração do Avaí que não durou muito: Porém em poucos segundos após o empate, Ricardo Oliveira, em uma bola trabalhada na grande área do Avaí, conseguiu operar um desempate, o Atlético veio pela direita com Luan, Guga e Giovani que de pé direito entregou um presente para o atacante Ricardo Oliveira, que mandou para o fundo da rede, desempatando o jogo. 

Após a abertura de um novo esquema de jogo o clima na Arena Independência o jogo se tornou ainda mais tenso, o Atlético assumiu a mesma postura que o Avaí se manteve no Primeiro Tempo, assim sendo enquanto que o Avaí se proporcionava a atacar o Atlético apenas defendia e em mais uma polêmica envolvendo o VAR, Betão enfiou a bola para dentro das redes do time alvinegro, porém o gol fora anulado pelo VAR uma vez que houve a presença de um lance de mão por parte do jogador do Avaí, assim sendo o placar mantinha-se em 2 x 1, porém um resultado construído em cima de uma pressão sufocante. 

O Atlético então recuou por inteiro, segurando o resultado da vitória que garantia ao mesmo um valor de três pontos pelo Brasileirão, o que se é atrativo para a competição de pontos corridos, porém mantinha uma ”postura” extremamente apagada, uma vez que o Avaí agora dominava todo o Segundo Tempo, assumindo a postura a qual o Atlético Mineiro possuía no Primeiro Tempo. O jogo então fora concretizado por uma extrema disputa de bola entre ambas as equipes, porém com maior efetividade do Avaí em esquema de ataque enquanto o Galo limitava-se apenas a resguardar-se. 

O Galo não aproveitou as chances finais de jogo fazendo com que desperdiçasse todas as boas oportunidades que pudesse ter, sendo assim fazendo com que o jogo ficasse inerte; acabando em seus 2 x 1. 

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