A atriz e influenciadora Mari Bridi abriu sua trajetória de emagrecimento e abordou questões relacionadas ao preconceito de idade dirigido às mulheres. Ela compartilhou detalhes de sua experiência pessoal durante uma visita ao Rock in Rio, onde acompanhava a filha, Aurora, de 11 anos, para assistir ao show do grupo sul-coreano Stray Kids. A ocasião marcou a primeira participação da menina no festival, momento que Mari descreveu como especial para a convivência em família e para a vivência de novas experiências.
Durante a entrevista ao jornal Extra, Mari Bridi destacou que sua transformação física foi resultado de um processo prolongado, sem atalhos ou soluções rápidas. Ela explicou que o emagrecimento ocorreu ao longo de mais de um ano, enfatizando que foi conquistado “na raça”, por meio de esforço físico constante, incluindo treinos de cardio e uma rotina de exercícios que ela classificou como “sofrimento”. A atriz reforçou que seu objetivo não foi estabelecer a balança como principal parâmetro de sucesso, evitando assim a busca por um padrão ideal de peso. “Acho que esse negócio de ficar preso à balança vai muito a algo ligado a um ideal, padrão, que não me dá match. Então não fico nessa coisa de ficar me pesando”, afirmou.
Mari também comentou sobre sua autoestima, que ela disse nunca ter sido problemática, mas que a passagem dos anos a levou a refletir sobre as cobranças externas. Aos 41 anos, ela afirmou que se sente mais confiante nesta fase da vida, destacando que tenta não dar atenção a comentários ou expectativas relacionadas à aparência física. Essa postura reflete uma mudança de perspectiva, onde ela valoriza mais o bem-estar e a saúde do que a validação social baseada na juventude.
Outro ponto abordado por Mari Bridi foi o etarismo, tema que ela critica por afetar mulheres desde cedo. Ela afirmou que, na sua visão, o preconceito contra a idade não começa após os 40 anos, mas já na faixa dos 20. Segundo ela, a ideia de que a mulher estaria “passando da validade” nesse período é equivocada, pois a fase mais desejável e plena da vida feminina é aquela na qual ela se sente mais confortável e autêntica. Mari destacou que, por não se preocupar excessivamente com padrões de beleza ou com o que os outros pensam, ela consegue lidar melhor com essas questões. Ela concluiu ressaltando a importância de focar no que realmente importa na vida, ao invés de se prender às cobranças externas relacionadas à aparência e à idade.












