Durante uma apresentação do show “Clareou”, comandado por Ivete Sangalo, a humorista Dani Calabresa concedeu uma entrevista à repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, na ocasião em que falou sobre seu próximo projeto profissional. Ela anunciou que será a protagonista da primeira novela vertical de humor do Brasil, uma produção especialmente pensada para as telas de celulares, um formato inovador no mercado audiovisual nacional.
Dani Calabresa, conhecida por seu talento nos palcos e na televisão, destacou que essa nova empreitada representa um grande desafio para ela. Como é sua estreia em uma produção de formato folhetim, ela admitiu que a experiência traz um frio na barriga. “É um super desafio porque eu nunca fiz novela na TV, e novela vertical já é diferente da novela convencional”, explicou, ressaltando as diferenças entre os formatos tradicionais e o recém-lançado para dispositivos móveis.
Apesar das dificuldades, a humorista expressou orgulho pelo projeto, que nasceu de uma ideia original sua, desenvolvida em parceria com o diretor Pedro Antônio Paes. A colaboração com o profissional, que já conquistou sucesso em outros trabalhos, promete continuar com a estreia de Calabresa na nova produção. Além disso, ambos também estão envolvidos na abertura do “Prêmio Multishow de Humor”, que acontece em novembro deste ano, reforçando a parceria de sucesso entre eles.
A entrada em um formato totalmente novo para o mercado audiovisual exige uma preparação emocional reforçada. Questionada sobre como tem lidado com a pressão de atuar em uma linguagem de comunicação diferente, Dani Calabresa foi sincera ao revelar que busca apoio na terapia. “Amor, terapia, a gente sempre faz terapia”, afirmou, com bom humor, demonstrando a importância do cuidado emocional diante de um projeto de tamanha inovação.
Ela também refletiu sobre o impacto dessa mudança na sua carreira, destacando que o medo e a insegurança são sentimentos naturais em qualquer nova iniciativa. Para a humorista, esses sentimentos funcionam como um combustível para seguir adiante. “Todo novo trabalho é: ‘Como vai ser? Será que eu dou conta?’. É sempre uma insegurança e, ao mesmo tempo, uma empolgação. E vai ser para sempre assim”, concluiu, demonstrando entusiasmo e realismo diante do desafio que assume.












