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(con)vivendo com a mente

Redes sociais e saúde mental

Postado em 18/05/2021 12:00

Em 2020 muitas pessoas se tornaram usuárias frequentes das redes sociais devido à quarentena por inúmeras razões. Entre elas a necessidade de ficar mais tempo em casa ou dispor de menos opções de lazer seguras nesse período. Ter mais engajamento na divulgação de seus produtos e serviços e até desenvolver uma nova fonte de renda extra. Independente do motivo, o assunto “influência das redes sociais” se tornou parte do cotidiano das pessoas. Foi abordado até em um documentário da Netflix que repercutiu nas próprias redes. Mas algumas vezes essa presença não foi vista como ponto positivo, principalmente pra quem se preocupa com a mente.

Ficar frequentemente online desencadeou pensamentos negativos, comparações entre a própria vida e a vida “perfeita” dos usuários das redes sociais. Dessa forma a pressão para ter determinado número de curtidas e seguidores aumentou. Ainda mais, isso fez com que os momentos não fossem vividos plenamente, apenas registrados para publicar. Ao mesmo tempo todos esses fatores influenciam na saúde mental dos usuários atuando como gatilhos para crises de ansiedade. Assim, reduz o tempo de descanso e força a mente a funcionar 24h por dia. Não é raro encontrar pessoas próximas que abdicaram do uso das redes sociais para poder recuperar a qualidade de vida de antes.

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Decisão

Alguns aplicativos para celular foram desenvolvidos – e até ferramentas dentro da própria rede – que monitoram o tempo de uso. Essas ferramentas permitem limitar a quantidade de horas e minutos dedicadas às plataformas. Falando por experiência própria, esse mecanismo me fez aproveitar melhor o tempo que era gasto atualizando feeds e stories. Além disso, selecionei os conteúdos que eu sigo de acordo com o que me traria tranquilidade. Da mesma forma, passei a seguir mais páginas sobre temas que me interessam. Por fim, parei de acessar aquelas que não me acrescentavam nada. Aprendi, também, a usar o botão de “silenciar” para não ver notificações que me deixavam mais ansiosa. Desde que tomei essas decisões tenho ficado muito mais tranquila.

A questão sobre usar ou não esse tipo de mídia só pode ser solucionada por quem a usa. Cada um tem o seu ponto de equilíbrio e que muda com o passar do tempo. O que você acompanhava no início do ano passado pode não ser o seu objetivo agora. Toda adaptação é válida quando se está buscando tranquilidade. Lembre-se sempre que só você mesmo pode definir o que faz bem para si ou não!

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Autor do blog: Júlia Nogueira

Sou a Júlia Nogueira, tenho 24 anos e fui diagnosticada com ansiedade e depressão há alguns anos. Neste blog, pretendo compartilhar artigos com um pouco do que aprendi e aprendo todos os dias, para ajudar e acolher quem passa por dificuldades semelhantes. É importantíssimo lembrar que você nunca está sozinho, que você faz a diferença e que é possível conseguir ajuda!

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