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No dia Internacional da Mulher, conheça a rotina das profissionais da linha de frente contra a Covid-19

Postado em 08/03/2021 19:17

E lá vai a Andréia para mais um dia de serviço. Ela é socorrista do Samu há um ano. Começou a trabalhar na unidade bem no início da pandemia. E ali um novo desafio surgia. O ritmo é acelerado. A Andréia trabalha por doze horas. Sempre antes de sair com ambulância uma vistoria rigorosa é feita em todos os equipamentos. A determinação e a sensação de tarefa cumprida é o que impulsiona.

Na linha de frente no tratamento à Covid, a Helen trabalha há pelo menos seis anos no CTI do Complexo de Saúde São João de Deus. Quando chegou aqui a notícia do primeiro caso confirmado, o receio acabou tomando conta. A rotina do CTI é intensa. A enfermeira se dedicou a entender amplamente o funcionamento do centro de terapia intensiva. Diariamente ela acompanha o estado dos pacientes com Covid e repassa o quadro para a família.

O telefone não para. É na central que a Polícia Militar recebe ligações informando sobre as ocorrências. Quem coordena tudo é a sargento Aline. Em 1988 entrou na PM. Em 2009 se tornou sargento e em 2012 foi para o quadro de reservas da Polícia Militar. Depois de oito anos, ela voltou à ativa tendo que enfrentar a pandemia do coronavírus. Além de desempenhar o trabalho junto à segurança pública, a sargento Aline também tem outra jornada semelhante a de muitas mulheres: cuidar da família.

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