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Belo Horizonte tem redução de 0,14% no custo da cesta básica em fevereiro

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O custo da cesta básica em Belo Horizonte foi de R$ 736,86 em fevereiro de 2026, uma redução de 0,14% em relação a janeiro, de acordo com a Análise Mensal da Cesta Básica de Alimentos, realizada em parceria pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), e divulgada nesta segunda-feira, 9 de março.

SEIS DE 13 – Na capital mineira, seis dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios entre janeiro e fevereiro: tomate (-6,44%), óleo de soja (-6,38%), banana (-4,99%), café em pó (-1,91%), manteiga (-1,27%) e açúcar cristal (-0,64%). Outros sete produtos apresentaram elevação: feijão carioca (13,51%), batata (6,09%), farinha de trigo (1,55%), leite integral (1,29%), arroz agulhinha (0,69%), carne bovina de primeira (0,53%) e pão francês (0,38%).

Mais comida na mesa
Mais comida na mesa

ACUMULADO – Em Belo Horizonte, no acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas quedas em oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica, com destaque para o arroz agulhinha (-26,85%), manteiga (-16,59%) e açúcar cristal (-16,22%). Também tiveram redução de preço o tomate (-12,68%), banana (-7,67%), leite integral (-7,55%), café em pó (-2,05%) e batata (-1,32%). O feijão carioca (23,53%), carne bovina de primeira (8,25%), pão francês (5,35%), óleo de soja (0,82%) e a farinha de trigo (0,66%) registraram elevação.

QUEDA EM SEIS – Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, foram registradas quedas no preço médio de 6 dos 13 produtos que compõem a cesta básica: banana (-20,89%), óleo de soja (-9,38%), café em pó (-3,57%), arroz agulhinha (-3,33%), leite integral (-1,08%) e açúcar cristal (-0,96%). Os outros sete itens apresentaram elevação de preço: tomate (39,68%), feijão carioca (15,65%), batata (3,77%), farinha de trigo (2,69%), carne bovina de primeira (1,86%), pão francês (1,24%) e manteiga (0,02%).

MAIS COM MENOS – Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o comprometimento da renda com a compra da cesta básica caiu para 49,14% em fevereiro de 2026, frente a 49,21% em janeiro de 2026 e 52,37% em fevereiro de 2025. O resultado indica que o trabalhador mineiro passou a comprar mais alimentos básicos gastando uma parcela menor do salário.