Manifestantes foram neste
domingo (1º) em várias cidades do Brasil para pressionar as
autoridades a punir os adolescentes que torturaram o
cão vira-lata Orelha, na Praia Brava (SC). O animal, que
ficava sob cuidados de uma comunidade local, foi torturado no dia 4
de janeiro e morreu um dia depois, sacrificado por eutanásia depois
de ficar muito debilitado pelos graves ferimentos decorrentes da
violência sofrida.
Participantes dos atos vestiram, em grande número, roupas pretas e também camisetas com uma imagem do cão e frases como “Não foi só um latido, foi um chamado por justiça!”. Adesivos com mensagens semelhantes foram distribuídos entre o público, composto por pessoas de todas as idades, algumas levando seus animais.
Placas pedindo a redução da maioridade penal também eram levantadas, visto que os quatro agressores eram menores de idade. A pena máxima é de três anos de internação em centros socioeducativos.
Relembre caso cão Orelha
A morte brutal do cachorrinho Orelha,
na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, causou comoção nacional.
Cão comunitário, ele foi atacado por um grupo de adolescentes no
dia 4 de janeiro. Após ser socorrido e levado a uma clínica
veterinária, o cachorro teve que ser submetido à eutanásia no dia
5, em razão da gravidade dos ferimentos, .
Ao longo do mês de janeiro, o caso já teve muitos desdobramentos, inclusive com operação da Polícia Civil do estado.
Em 26 de janeiro, foi deflagrada uma operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os adolescentes e os adultos responsáveis. Foram apreendidos celulares e dispositivos eletrônicos. A polícia também vem ouvindo várias pessoas para entender melhor como tudo aconteceu.
Com informações da Agência Brasil















