Jojo Todynho vira ‘comentarista por um dia’ em ‘Casos de Família’

Postado em 24/10/2018 17:12

Jojo Todynho vira 'comentarista por um dia' em 'Casos de Família'

Brigas entre famílias, amigos e vizinhos com direito a análise da funkeira Jojo Todynho. Ela foi “comentarista por um dia” do programa Casos de Família, do SBT, desta terça-feira, dia 23. O vespertino, comandado por Christina Rocha, é conhecido pelas discussões e barracos que predominam no palco. Nascida no subúrbio do Rio de Janeiro, Jojo Todynho se tornou um sucesso nacional com a música “Que Tiro Foi Esse?”.

Ao sentar no sofá do programa e ser entrevistada por Christina Rocha, a funkeira explicou o que, na visão dela, define o caráter de uma pessoa. “Roupa não define caráter. Suas atitudes sim. O seu caráter é que vai te levar em todos os lugares do mundo”, afirmou Jojo, que garantiu que só absorve crítica construtiva.

O tema do programa foi “Quando eu passo, não tem quem não olhe. Sou piriguete”. As participantes reclamaram da opinião daqueles que dizem que elas usam roupas apertadas. “Minha filha deveria dar uma maneirada. O short dela parece uma calcinha. Falo que não precisa ser desse jeito”, criticou a mãe da participante que estava com roupa curta. “Eu sou solteira, eu tô no meu canto. Se o cara me olha, problema é dele”, respondeu.

Jojo Todynho foi enfática no comentário: “Mas não é porque você é solteira que não tem que dar respeito a outra mulher. Eu arrebentaria os dois: o meu marido, por estar olhando para outra, e você, por não estar se colocando em seu lugar”, analisou a funkeira, arrancando aplausos da plateia.

Jojo Todynho contou uma situação que viveu com o marido, em uma festa no Rio de Janeiro. “Fui no pagode em Bangu e a mulher estava cheia de gracinha com meu marido. Fui ao banheiro, dei um rolê e fiquei de longe para ver se ele estava de gracinha também E ele ficou na postura dele. Sabe o que eu fiz? Dei um esculacho nela! Porque tem que respeitar o marido dos outros. Agora, se ele ficasse de gracinha com ela, eu ia para casa, pegava a roupa dele, ia para a porta da balada e diria: ‘Pode levar, porque comigo não fica mais’, viu?”, concluiu.

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