Via Solo defende novo aterro sanitário em Divinópolis e nega prejuízo a nascentes

Postado em 13/01/2016 17:20

A Via Solo enviou a reportagem do Sistema MPA uma nota com detalhes sobre a implantação de um aterro sanitário, na comunidade rural do Quilombo em Divinópolis. O empreendimento virou motivo de protestos organizados de moradores da comunidade rural, que defendem a não implantação do aterro no local, alegando que o projeto poderia prejudicar três nascentes.

Na última segunda-feira (11), o advogado Robervan Faria, protocolou uma representação no Ministério Público contra a Viasolo, em relação à implantação do novo Aterro Sanitário. Uma audiência pública, marcada para o dia 21 de janeiro, no Centro Universitário UNA, também deve discutir o tema. De acordo com a empresa, “a Central de Tratamento de Resíduos Sólidos – CTRS a ser implantada no município é empreendimento privado, cujo investimentos são da ordem de 30 milhões de reais. A escolha da área, passou por criterioso estudo locacional por toda a extensão territorial do município de Divinópolis, e considerou, entre outros, aspectos ambientais e observou plenamente o plano diretor do município”.

A Via Solo ainda afirma que foram realizados estudos ambientais com a participação de profissionais de áreas como Biologia e Engenharia Ambiental. De acordo com a empresa, os dados foram colocados em um estudo de Impacto Ambiental, analisado pela SUPRAM – do Governo do Estado de Minas Gerais. “O relatório do órgão estadual então, uma vez submetido ao COPAM – Conselho de Política Ambiental, que possui, entre outros, representantes da sociedade civil, entres eles Polícia Ambiental, Ministério Público, IBAMA, IEF, IGAM, ONG’s, recomenda a emissão da licença ambiental para instalação do empreendimento. Esse é o procedimento legal que vem sendo devidamente cumprido por esta empresa”, informa.

A Via Solo ainda afirma que tomou conhecimento de um vídeo divulgado nas redes sociais e nega que o empreendimento esteja localizado sobre três nascentes na comunidade rural, “uma vez que estudos técnicos hidrológicos apontam a inexistência de tal informação”, encerra.

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