
Durante a ação, realizada na terça-feira (16/8), quatro animais foram esterilizados, microchipados, brincados e receberam também um rastreador GPS. Os profissionais também coletaram amostras biológicas de sangue e carrapatos. Os medicamentos usados no procedimento são todos de longa ação, para ajudar no pós-operatório do animal, preservando assim, a sua saúde.
De acordo com o doutorando e realizador da pesquisa, Clóvis Gomes de Carvalho Júnior, que é médico veterinário no Crevisa, esse tipo de ação é extremamente delicado. “É importante lembrar que as capivaras são animais silvestres, de vida livre e por isso, seu manejo é complicado. Por isso, foi necessário fechar o parque para que o trabalho acontecesse sem a presença de curiosos. Novas ações como esta serão realizadas para que a pesquisa aconteça com mais animais”, explicou.
O projeto visa estabelecer um controle dos elementos parasitários transmissores da febre maculosa, através do monitoramento dos vetores. As amostras coletadas são armazenadas e, posteriormente, enviadas para a Funedi. A pesquisa contempla mais dois anos de coletas de carrapatos para análise da taxa de infecção antes e depois da esterilização.
Para a realização do trabalho, o pesquisador conta com a parceria do Ministério Público do Meio Ambiente, que está patrocinando equipamentos e insumos.















