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Brasil se aproxima de um milhão e meio de contaminados pelo coronavírus

Postado em 02/07/2020 19:18

O Ministério da Saúde divulgou os dados oficiais da pandemia do novo coronavírus no país. São 1.496.858 infectados pelo vírus e 48.105 são considerados casos novos.  A doença já matou 61.884 brasileiros e destes 1.252 incluídos nas últimas 24H. A letalidade no Brasil é de 4,1%.
 
O governo federal sabe o tamanho da responsabilidade, inclusive ele mesmo encomendou o estudo: “Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil: Estudo de Base Populacional”, financiado pelo Ministério da Saúde, foi concluído e trouxe informações importantes sobre a evolução da doença no país. O estudo foi coordenado pelo Centro de Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). 

Foram 150 mil testes rápidos que detectam a presença de anticorpos IgM (de infecção mais recente) e IgG (de infecção mais antiga) para o coronavírus, a partir de amostras de sangue. A pesquisa entrevistou e testou 89.397 pessoas em todas as regiões do país durante os meses de maio de junho de 2020. 

A coleta de dados foi feita por profissionais do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) nos domicílios de 133 cidades espalhadas por todos os estados do Brasil. Houve três fases de coleta de dados: a primeira fase ocorreu de 14 a 21 de maio, totalizando 25.025 (75,2%) entrevistas e testes; a segunda, entre os dias 04 e 07 de junho, com o total de 31.165 (93,7%) entrevistas e testes; e a terceira, entre os dias 21 e 24 de junho, totalizando 33.207 (99,9%) entrevistas e testes.

O secretário-executivo, Elcio Franco disse que embora não tenha o retrato do país, mostra áreas em suas diferentes etapas de enfrentamento ao Covid-19. “A média é de 3,8% de infecção nesta última etapa, mas as taxas variam de Zero a 20% entre as cidades analisadas, reforçando a necessidade de respostas diferenciadas para cada município no país. De modo geral, a diferença entre o número de pessoas infectadas é seis vezes maior do o número de casos notificados, o que deve ser ainda confrontado com outros estudos disponíveis visto que outras estimativas apontaram um número maior para essa chamada subnotificação”, avaliou.

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