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Servidora pública é condenada por cobrar pela emissão de identidade em MG

Posto de Identificação da Polícia Civil onde servidora cobrava pela emissão da identidade em Lagoa da Prata
Servidora do Posto de Identificação de Lagoa da Prata foi condenada por cobrar valores pela emissão da primeira via da Carteira de Identidade Nacional.

Uma servidora pública estadual foi condenada pela Justiça por cobrar valores indevidos para a emissão da primeira via da Carteira de Identidade Nacional (CIN) em Lagoa da Prata. O serviço é gratuito por determinação legal.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a servidora trabalhava no Posto de Identificação da Delegacia de Polícia Civil do município e exigia e recebia valores para realizar a emissão do documento.

Durante a apuração do caso, foram identificadas as cobranças indevidas feitas pela funcionária.

Justiça reconheceu improbidade administrativa

Na sentença, a Justiça reconheceu a prática de ato de improbidade administrativa com enriquecimento ilícito.

Entre as penalidades determinadas estão a perda dos valores obtidos ilicitamente, a exoneração do cargo e outras sanções previstas na legislação.

O processo foi julgado pela 2ª Vara da Comarca de Lagoa da Prata.

MPMG destaca proteção aos cidadãos

De acordo com a 2ª Promotoria de Justiça de Lagoa da Prata, responsável pela atuação no caso, a decisão representa uma resposta à população e reforça o trabalho do Ministério Público na proteção dos cidadãos e na defesa da integridade da administração pública.

A primeira via da Carteira de Identidade Nacional (CIN) é gratuita, e a cobrança de valores pela prestação desse serviço foi considerada indevida no caso analisado pela Justiça.

Serviço gratuito

A Carteira de Identidade Nacional é o documento de identificação utilizado em todo o país. No caso da primeira via, a emissão não deve ser condicionada ao pagamento de valores por parte do cidadão.

O caso envolvendo a servidora foi encaminhado à Justiça após a apuração conduzida pelo Ministério Público. A decisão reconheceu a prática de improbidade administrativa e estabeleceu as penalidades determinadas na sentença.

Servidora do Posto de Identificação de Lagoa da Prata foi condenada por cobrar valores pela emissão da primeira via da Carteira de Identidade Nacional.