A morte de uma recém-nascida em Itaúna resultou no indiciamento de dois médicos obstetras pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A investigação apontou possíveis falhas, por isso, o inquérito já foi concluído.O inquérito foi concluído após a investigação apontar possíveis falhas durante o trabalho de parto.
Conforme a Polícia Civil, a gestante era considerada paciente de alto risco, por causa da diabetes gestacional. Durante a apuração, os investigadores constataram que ela permaneceu em trabalho de parto induzido por mais de 12 horas.
Então, nos elementos reunidos no inquérito, mesmo diante de sinais de sofrimento fetal agudo e da presença de mecônio no líquido amniótico, houve demora na realização da cesariana de urgência.
A recém-nascida foi retirada em estado grave, apresentando quadro de asfixia perinatal. Ela morreu poucas horas após o parto.
Inquérito Concluído:
Com base nas provas coletadas durante a investigação, a Polícia Civil indiciou dois médicos obstetras pelo crime de homicídio culposo, previsto no artigo 121, § 3º, do Código Penal, quando não há intenção de matar. Contudo, o inquérito foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.
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Descarte da placenta dificultou perícia
Durante a investigação, a PCMG também verificou que houve descarte inadequado da placenta após o parto. Inclusive, essa situação impossibilitou a realização de um exame pericial específico que poderia auxiliar na apuração dos fatos.
Portanto, os autos já foram remetidos à Justiça para as providências cabíveis.














