Podemos anuncia chapa para o Senado e não pretende apoiar candidaturas ao governo em MG

Postado em 25/06/2018 17:42

Rogério Rodrigues foi o escolhido pelo partido para ser o pré-candidato ao Senado

O Podemos anunciou a composição de uma chapa independente para o Senado. O nome para a vaga é o do ex-vereador de Coromandel e presidente licenciado da Associação Brasileira das Câmaras Municipais (Abracam), Rogério Rodrigues, de 56 anos. Vereador por seis mandatos no município do Triângulo Mineiro, Rodrigues conversou com a reportagem e disse que entre as propostas, está a valorização dos municípios e os vereadores.

Rogério criticou a forma como os recursos são distribuídos entre os governos Federal, Estadual e Municipal. “É preciso que esse recurso arrecadado fique no município. Nossa proposta é estabelecer um novo pacto federativo e dentro desse pacto, propor uma reforma tributária que possa aumentar a participação do município nesse bolo tributário. Por outro lado, queremos valorizar o principal político, que está na base, o vereador. Ele é o político com mais intimidade com o eleitor, que sabe, conhece as necessidades do povo. O vereador as vezes não é ouvido e só é lembrado na eleição. Depois as demais esferas viram as costas e ele não é chamado a participar de nada. Queremos criar essa interlocução do vereador com o Senado”, disse.

Rogério também destacou que a princípio, o partido não pretende apoiar nenhum candidato ao governo do Estado. Ele admite que o Podemos entrou em contato com os pré-candidatos ao Palácio Tiradentes, no entanto entende que o momento é de trabalhar na candidatura a presidência do Senador Álvaro Dias. Rodrigues confirmou que até o momento, apenas a sua pré-candidatura foi confirmada. No entanto, o partido terá o mês de julho para continuar as conversas e decidir, se apoia ou não algum pré-candidato ao governo estadual. 

“Até o presente momento não vimos uma proposta que tenha como foco principal resgatar novamente Minas Gerais, para que volte a ser aquele estado confiável, progressista, referência para o restante do Brasil. Acredito que hoje a situação seja não apoiar nenhum dos candidatos ao governo e cuidarmos da candidatura do Álvaro Dias para a presidência. A partir do momento que nos posicionarmos a favor de um ou outro candidato, vamos criar uma resistência por parte do eleitorado”, comentou.

 

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