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Vítima de homicídio em Divinópolis era suspeito de quase 50 crimes na região

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Na tarde desta segunda-feira, 22 de setembro de 2025, Phelipe Junio Carvalho Assulino, conhecido como “Felipin”, foi morto em Divinópolis. Ele havia acabado de sair de uma audiência no Fórum da cidade quando foi surpreendido pelos autores do crime.

Com vasta ficha criminal e presença constante nos registros policiais, Phelipe era considerado um dos nomes mais conhecidos no meio policial da região. Em 2019, chegou a ser apresentado pela Polícia Civil como um dos mais procurados por diversos crimes. No dia 1º de agosto do mesmo ano, foi preso em flagrante por roubo a uma propriedade rural em Carmo do Cajuru, ocasião em que os criminosos agrediram e torturaram psicologicamente os proprietários, ambos idosos.

De acordo com informações policiais, “Felipin” aparece como suspeito em pelo menos 46 ocorrências, que incluem roubos, tráfico de drogas, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, corrupção de menores, uso de moeda falsa, porte ilegal de arma de fogo, homicídio e latrocínio. Este último teria sido cometido em Carmo do Cajuru, no ano de 2017, quando ainda era adolescente e teve a internação determinada pela Justiça.

Além disso, Phelipe era investigado por participação em uma série de homicídios registrados em Divinópolis, atribuídos a disputas entre organizações criminosas ligadas aos bairros Nações e Campina Verde. À época, o delegado Weslley Amaral de Castro apurou o envolvimento dele em crimes violentos em várias cidades do Centro-Oeste de Minas, como Divinópolis, Carmo do Cajuru, Cláudio, Carmo da Mata e Marilândia.

As circunstâncias da execução desta segunda-feira ainda estão sendo investigadas pelas autoridades.

Phelipe Junio Carvalho Assulino, conhecido como “Felipin”, ao lado de Thairony Medeiros após prisão realizada pela Polícia Civil em 2019.