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Entrevista: Mulher que falsificava atestados já trabalhou em clínica, diz PF

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foto MPA

A Polícia Federal de Divinópolis segue com a operação contra estelionato envolvendo o INSS e investiga uma mulher, de aproximadamente 30 anos, acusada de comercializar receitas médicas e atestados falsificados.

Conforme o delegado da Polícia Federal de Divinópolis, Gustavo Paolinelli, o objetivo da comercialização das receitas médicas e atestados falsificados era de beneficiar empregados em pedidos de afastamento junto às empresas, além de benefícios previdenciários. A investigação iniciou em outubro deste ano, por meio própria empresa que recebeu o atestado, mas desconfiou.

Foram apreendidos diversos receituários e atestados médicos, supostamente emitidos por uma clínica e profissionais da saúde da cidade. A clínica e os médicos a princípio estão sendo considerados vítimas da fraude, pois não tinham conhecimento da utilização indevida de seus nomes.

A investigação segue em andamento para identificar as pessoas que utilizaram os documentos falsificados. Elas também serão responsabilizadas pelos crimes. O valor total das fraudes continua sendo apurado, à medida que os materiais apreendidos, incluindo o celular da suspeita, são analisados. Todos os envolvidos poderão responder pelos crimes de falsificação de documento e estelionato, cujas penas podem ultrapassar 11 anos de reclusão. Acompanhe a entrevista completa com o delegado Polícia Federal de Divinópolis -Gustavo Paolinelli:

foto MPA