
O delegado Dr Weslley Amaral de Castro informou que havia um galpão em Divinópolis e em São Gonçalo do Pará outros dois locais, sendo um para produção e outro para armazenar as embalagens. Havia portanto uma cadeia de produção com o envolvimento de aproximadamente 30 pessoas, todas da cidade de Nova Serrana, por isso o desconhecimento da população em São Gonçalo do Pará. O gerente de operacionalização foi preso.
O delegado Dr Flávio Destro falou que ainda existe outros membros da cadeia produtiva e também aqueles que colocam o produto para o consumo. Não existe ainda a quantidade de material falsificado existente nas redes de supermercado e também expostos ao consumidor.
A embalagem dos produtos são idênticas e não é possível o consumidor perceber a diferença, embora elas existam e somente por meio de perícia foi possível detectar. Para a imprensa o perito criminal fez uma experiência da funcionalidade do produto, testando a qualidade do original e do apreendido na operação. Foi apresentada a baixa qualidade do material apreendido, em embalagens de marca consolidada no mercado.
https://www.youtube.com/watch?v=7wBUpeRwF8E














