Cinco pessoas são presas por infrações eleitorais em Minas

Postado em 28/10/2018 13:26

Cinco pessoas são presas por infrações eleitorais em Minas

Cinco pessoas foram presas neste domingo (28) em Minas Gerais por infrações relacionadas às eleições. Uma sexta pessoa, um mesário, está sendo procurada por não ter comparecido ao trabalho eleitoral no Norte do Estado. Na capital, uma mulher foi presa por desacato em um colégio particular e um mesário foi conduzido por boca de urna. Já em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, uma pessoa registrou boletim de ocorrência após suposta falha em urna.  

De acordo com a Polícia Militar, três pessoas foram encaminhadas para a delegacia após o consumo de bebida alcóolica em Lagoa da Prata, no Centro-Oeste do Estado. A chamada Lei Seca, prevista no artigo 347 do Código Eleitoral, é seguida em Minas Gerais, o que significa que até as 18h deste domingo o eleitor não pode consumir nenhum tipo de bebida alcoólica. Caso contrário, há penalidade de prisão de três meses a um ano e pagamento de 10 a 20 dias-multa. 

Já em Josenópolis, no Norte de Minas, uma pessoa que estava escalada como mesária está sendo procurada pela Polícia Militar por não comparecer ao posto. Em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, os mesários encontraram a seção eleitoral com material de campanha de um candidato à presidência da República fixado nas paredes. A PM foi chamada, mas ninguém foi conduzido. 

Belo Horizonte e Grande BH

No bairro Carlos Prates, na região Noroeste da capital, a mãe de uma eleitora foi presa pela juíza de plantão, doutora Moema, após perturbar a ordem da seção eleitoral com gritos. 

Na mesma região, no bairro Padre Eustáquio, um mesário foi detido por promover boca de urna. De acordo com a PM, o homem estava falando sobre um determinado candidato com outras pessoas na seção. O homem foi advertido pela presidente da mesa, mas não cessou os comentários. Por esse motivo, a autoridade acionou a mesma juíza, que procedeu com a prisão. 

Em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, uma pessoa acionou a Polícia Militar após, supostamente, ter tido problemas ao votar. Segundo o testemunho dado aos militares, ao tentar votar para presidente, a urna eletrônica teria ficado totalmente preta. A eleitora preencheu o formulário de registro em ata e fez o boletim de ocorrência com a PM.

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