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Mulher baleada por policial civil afirma que está sem trabalhar e fazendo uso de cadeira de rodas

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Foto PCMG. Imagem Ilustrativa

Mulher baleada por policial civil afirma que está sem trabalhar e fazendo uso de cadeira de rodasRaquel Elisaine Coelho de 46 anos, mulher baleada por uma policial civil, no bairro Ipiranga, em Divinópolis, após um acidente de trânsito envolvendo o seu filho de 15 anos, recebeu alta médica do Hospital São João de Deus (HSJD), e conversou com a reportagem do Sistema MPA de Comunicação. Em entrevista, ela contou que após ser baleada, e receber alta hospitalar, ela continua em casa, está fazendo o uso da cadeira de rodas, está sem poder trabalhar, e está arcando com todos os medicamentos.

De acordo, com Raquel, no dia do ocorrido, o seu filho de 15 anos, saiu para fazer trilha com a moto, e ao chegar na Rua 10 de Outubro, no bairro Ipiranga, aconteceu a batida entre o carro e a moto em que o filho se encontrava. Raquel contou que como ela mora na Rua abaixo da Rua 10 de Outubro, um amigo da família a ligou contando sobre o acidente, dizendo que o motorista do carro encostou na moto do seu filho e que o seu filho estava no chão. O amigo dela a chamou até o local do acidente para levar o seu filho ao hospital porque o moço queria levar o garoto ao médico, mas o filho não quis. Nesse momento Raquel disse que pegou seu neto de 2 anos colocou no colo e foi ver o que tinha acontecido.

“O moço do carro que encostou na moto do meu filho, foi muito educado, disse que invadiu a rua, e que a preferência era do meu filho. Que queria levar meu menino no hospital, mas ele não queria ir. Eu falei para ele que iríamos resolver da melhor maneira possível porque meu filho também não estava certo, até mesmo por causa da idade. Eu perguntei ele se podia tirar a moto do asfalto e a princípio, o motorista do carro  disse que não, porque ele queria chamar a Polícia para fazer ocorrência porque ele ficou com medo de dá algum tipo de problema para ele. O pessoal das lojas próximas onde ocorreu o acidente foram chegando no local. Em seguida, o rapaz percebendo a movimentação do trânsito, disse que achava melhor tirarmos a moto e colocarmos no passeio para não atrapalhar o trânsito. Chamei meu menino e pedir ele para tirar a moto, meu menino foi tirar a moto, colocou no passeio, surgiu a moça (policial). Eu não conheço a moça, nunca vi ela na minha vida, e ela começou a andar atrás do meu menino com medo dele fugir e falando com ele. Eu coloquei a mão no ombro dela e falei que eu era a mãe do menino e expliquei que ele não estava fugindo. Coloquei meu neto no chão, e nesse momento já senti minha perna queimando, foi o momento que eu fui atingida com o tiro. Eu vou fazer 50 anos, sou arrimo de família, estou sem trabalhar, gastando dinheiro que eu não tenho com medicamentos. Ela poderia ter tirado a minha vida. Eu sou muito grata a Deus por está viva, mas foi injusto o que aconteceu comigo”, explicou Raquel. Acompanhe entrevista na íntegra com Raquel:

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Nota da Polícia Civil:

A reportagem entrou em contato com a assessoria da Polícia Civil e esta informou que “após oitivas de testemunhas e envolvidos, a servidora agiu, a princípio, em legítima defesa. Ainda conforme a  nota, a investigação prossegue para a realização de diligências complementares e completa elucidação dos fatos. A Polícia Civil afirmou ainda que não houve prisão e qualquer excesso, porventura praticado pela policial. O caso será devidamente apurado pelo órgão correcional, podendo ser responsabilizada com medidas administrativas e criminais cabíveis”. Vale ressaltar que o espaço está aberto caso a Policial queira se posicionar sobre o caso.

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