FAEMG SENAR | Divulgação
O Sistema Faemg Senar participa de sua primeira missão institucional à China, integrando a delegação da agroindústria florestal brasileira na Missão à China, organizada pela Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF). A agenda, que termina neste domingo (30), conta com a representação institucional do vice-presidente de Finanças, Renato Laguardia.
A delegação reúne
30 empresários, executivos
e lideranças do setor, em uma programação estratégica
voltada à formação de
parcerias comerciais, tecnológicas e industriais entre
Brasil e China.
A presença do Sistema Faemg Senar está diretamente ligada ao
trabalho junto aos produtores rurais da cadeia de florestas plantadas,
com foco em ampliar
mercados, incorporar inovação e gerar novas oportunidades de renda no
campo.
“Participar desta missão significa levar a voz dos produtores rurais de florestas plantadas para um dos mercados mais estratégicos do mundo. Queremos transformar conhecimento, tecnologia e novas parcerias em mais competitividade e sustentabilidade para quem produz no Brasil”, destacou Renato Laguardia.
A serviço do produtor rural
Os compromissos oficiais
começaram em Nanning, capital da província de Guangxi, no sul da
China.
Ali, a delegação participou da 3ª Conferência Mundial da Indústria Florestal
(WFIC) — principal encontro internacional sobre
tendências, inovações e futuro do setor de florestas plantadas.
Ao integrar a missão, o
Sistema Faemg Senar busca aproximar ainda mais o trabalho realizado com os
produtores — capacitação, tecnologia e gestão — das
demandas do mercado
global.
A expectativa é identificar soluções adaptáveis à realidade dos produtores
mineiros, fortalecendo a competitividade da cadeia florestal.
Inovação e tecnologia no Vale do Silício chinês
Após Nanning, a delegação
seguiu para Shenzhen, centro global de inovação conhecido como
o “Vale do Silício
chinês”.
A programação incluiu visitas a empresas referência mundial, como
Huawei, DJI e
BYD, com acesso a tecnologias como:
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automação industrial
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drones de última geração
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veículos elétricos
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aplicações avançadas de inteligência artificial
Para o Sistema Faemg Senar, essa etapa é estratégica para identificar tecnologias capazes de:
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apoiar o manejo e monitoramento de florestas plantadas
-
reduzir custos operacionais
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elevar a produtividade
-
fortalecer a sustentabilidade no campo
“Tudo o que for visto em termos de inovação terá como foco final chegar ao campo, ao dia a dia do produtor de florestas plantadas, seja em forma de capacitação, seja em novas parcerias e projetos estruturantes”, reforça Laguardia.
Pequim: aproximação com o setor siderúrgico chinês
Já em Pequim, o foco é aproximar o setor florestal brasileiro da siderurgia chinesa, especialmente na utilização de biomassa e biocarbono como alternativas para a descarbonização da produção de aço.
A agenda inclui reuniões com:
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Associação Chinesa da Indústria do Aço
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Departamento de Metalurgia do Instituto de Tecnologia de Pequim
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empresas como Sany e Jingye
O objetivo é compreender as exigências técnicas, ambientais e logísticas do mercado chinês e mapear oportunidades para a produção brasileira atender às demandas da transição energética e da economia de baixo carbono.
“O produtor rural está no centro dessa agenda de descarbonização. A missão nos ajuda a entender como a madeira de florestas plantadas e o biocarbono podem ganhar relevância ainda maior na matriz industrial chinesa, abrindo caminho para novos negócios e agregação de valor à produção brasileira”, avalia Laguardia.
Parceiro estratégico para o setor florestal
A China é o maior consumidor global de
produtos florestais e possui a maior área de florestas plantadas do
mundo.
Ao integrar a Missão à China, o Sistema Faemg Senar reforça sua
atuação como conector
internacional para o setor florestal brasileiro,
construindo um canal permanente de diálogo e cooperação entre os países.
“Nosso compromisso é fazer com que essa missão se traduza em resultados concretos no campo, valorizando o produtor, incentivando a adoção de tecnologia e ampliando o protagonismo da agroindústria florestal brasileira no cenário internacional”, conclui Renato Laguardia.












